Fanfic: Grave Academy.

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Capítulo 15: Pedras que Outrora Foram Almas.

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Mar 06, 2012 1:23 pm

''O que eram as luzes azuis do dia de ontem?'' ''Um ataque inimigo falhado'' ''ou pior, que funcionou'', essas e outras questões vagavam na mente de Luke enquanto o mesmo estava sem dormir em seu quarto, ele olhou para seus colegas de quarto, que já haviam sido levados por Hypnos, e lembrou-se que não os havia agradecido por terem o levado para a enfermaria quando viram que ele estava tendo reações à pesadelos; O Fantasma também não havia esquecido do que levou aos seus sombrios sonhos, pois mesmo ver Robin em sua elegância, se apresentando em seu circo no Halloween, não diminuíra completamente suas memórias do que ela havia feito no ninho da Garuda. O garoto havia tentado dizer para ssi mesmo que ela havia feito o que fez para ajudá-los, mas algo ainda clicava de maneira errada sobre a situação toda. Ele então se lembrou que tinha pego um livro na biblioteca, que falava coisas interessantes e contava as histórias dos Cinco Deuses Monstros, sobre os quais ele havia ouvido falar no ano passado, e para alimentar sua insônia, o abriu e começou a lê-lo.

Pedras azul-claras rolaram sobre a mesa dos professores, Jack as tinha removido de uum saco de pano que ele trouxera de sua viagem, - Então você não descansou? Perguntou-lhe Samantha, preocupada, mas Jack os explicou que ele não conseguiria se desfocar de tudo o que estava acontecendo, e então, pedindo a ajuda do conselho, liberou a área onde tinham lutado contra o inimigo antes, é claro, tendo todos os cuidados para que nada vazasse, e seu grupo conseguiu coletar as pedras que podiam ser vistas agora, devido à sua curiosidade, Griffon quase as tocou, mas Ran Mao, certamente mais experiente, lhe deu um tapa na mão, Sophie se aproximou das pedras e as olhou de perto, percebia que parecia ter algum tipo de fumaça dentro de cada formação, Margarete de repente soltou uma exasperação, que foi logo vista e compreendida por todos, a fumaça que estava vagando por dentro das pedras, era, na verdade, a alma, de alguém que fora posta ali, sem poder renascer ou ir para seu destino.

No próximo dia de manhã, ao se encontrar com seus amigos no corredor do nono andar, Luke os perguntou sobre o que eles achavam que era a luz azul do dia anterior, mas seus amigos, o disseram para que parasse de remoer o assunto, e já que tanto Blair como Brenda se apresentariam hoje em uma peça da escola, elas queriam comprar jóias no bazar, e os garotos, querendo ou não, as acompanhariam, após tomarem seu café, se direcionaram para as escadarias dos andares, porém, Luke viu seus colegas de quarto descendo as escadas, e ele logo pediu licença à seus companheiros e se diigiu à eles. Apesar de dividirem um quarto desde o ano anterior, eles não tinham se falado muito, Luke já havia notado que ele pensara neles como fanfarrões, mas estava enganado, só podendo ver o bem deles quando eles lhe ajudaram; Ele então ficou um tempo sem conseguir articular com eles, mas ele então respirou fundo e disse, - Obrigado.

O dia tinha se transcorrido rapidamente, como acontece quando se espera por alguma coisa, e logo Luke, Gary e Kain tomaram seus lugares na primeira fileira da sala teatro, que ficava no segundo andar da Academia, o Sr. Muscalonni estava especialmente pomposo para a ocasião, sendo que suas amadas ''bebês'' iriam fazer sua estréia, apesar de estarem no clube desde o começo do ano passado, Brenda teve de ocupar seu tempo com os treinos de combate, e Blair... bem, ele realmente tinha uma personalidade volátil, tratando tudo e todos com quase frieza, mas se ele se aproximasse de um de seus membros do clube de teatro, ele só faltava os abraçar e os raptar, levando-os para seus aposentos, quase como pessoas ricas que tratam seus bichos de estimação como membros da realeza, este script tinha sido escrito pela Professora Ran Mao, que era, não que todos soubessem, uma escritora aspirante, e era, estranhamente, a única Professora no evento, apesar de pessoas até de fora, e incluíndo humanos estarem presentes na platéia, os garotos estavam prestes a discutir e se questionar sobre o enredo, mas as luzes se desligaram, restando apenas os holofotes no palco, e a peça, entitulada ''A Jóia de Braun'' tinha começado.

A trama da peça era sobre um demônio que transformava pessoas em estátuas de cristal, e era baseada em um conto local entre os monstros; As atuações das duas amigas, embora ambas tenham esquecido brevemente das falas em uma cena, foi geralmente bem recebida, Blair fazia o papel de uma camponesa que fora raptada pelo demônio, e Brenda tinha o papel principal da Deusa Demehra, que libertou à todos do cruel destino, participações especiais incluíam Kalifa como a namorada do demônio, que apesar da maquiagem que o deixava irreconhecível, era na verdade James, e após a peça acabar e os convidados saírem, Luke e o resto do seu grupo foi aos camarins, e entraram justo na hora quando Ran Mao parecia estar relegando notícias avassaladoras para ambas as amigas, o conto em que a peça fora baseada era verdadeiro, e o grupo já havia se encontrado com o Demônio.



Desculpe pelo atraso desse capítiulo XP


Última edição por Jack Jerripher em Ter Jun 26, 2012 5:42 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 16: A Harpia e a Fera.

Mensagem  Jack Jerripher em Sex Mar 09, 2012 2:33 pm

A notícia tinha posto os amigos em choque, estiveram muito perto de terem suas almas roubadas, Gary percebia agora que era isso que ele havia visto dentro da carta, pareciam ser pessoas sendo torturadas e deformadas, - Porque vocês não disseram nada? Perguntou Luke, que havia se sentado por causa da revelação, mas Ran Mao simplesmente engoliu em seco e gaguejou um pouco, - Vocês sabiam quem ele era todo esse tempo? Brenda indagou, e os olhos de dúvida dos cinco fizeram a Professora os contar, ela rapidamente fechou a porta do camarim e pediu para que todos se sentassem nos banquinhos e puffes da pequena saleta, ela se posiciounou no centro de todos e pediu para eles que não contassem o que ela revelaria, Kain a disse que ele pensaria no caso dela, e não podia prometer sua confiança, Blair o atingiu com uma escova de cabelo.

- Isso já faz alguns séculos, mas, perto da época em que a escola foi fundada, Jack, Sophie e Robin formavam um grupo inseparável, como o de vocês hoje em dia, eles faziam já parte do conselho, - E esses trabalhos os levaram ao demônio? Perguntou Brenda, a Srta. Scarlett congratulou a Loba por seu raciocínio rápido, mas completou que na verdade, tinha mais um membro no grupo, todos, que estavam um pouco aversos com a história lenta, de repente pareciam tomar interessa, Ran Mao então os olhou de um a um e após ter puxado seu fôlego, pois ela parecia muito consternada em estar contando esta história, ela então pareceu se decidir e disse: - Teresa Jerripher.

O nome instantâneamente causou confusão com os cinco, que pareciam reunir em suas memórias se alguma vez o Diretor revelará a existência desta pessoa para eles, mas não chegaram a nada, e foi aí que perceberam que sabiam muito pouco sobre o Diretor, - Hm, essa mulher, o que ela era do Diretor? Perguntou Gary, Ran encarou o chão e disse que ela era a irmã dele, Blair tapou a boca, e Ran percebeu que ela havia entendido, e os disse que Teresa Jerripher havia perdido sua alma para aquele demônio, e ela o fez para ajudar Jack, ela pulou na frente de um ataque que deveria ter acertado seu irmão, e que foi capturada, e sua alma retirada; A professora também os explicou que embora Jack tenha acabado de recolher pedras com almas do local onde a batalha entre eles ocorreu, eles não sabem como restaurar as almas à seus antigos estados, e ele parece estar usando algum tipo de carta mágica, que suga pessoas para dentro delas, e cospe suas almas em forma de pedras, mas o que esse palhaço faz com as pedras, ninguém sabe, mas o que é conhecimento geral é que ele parece mostrar as caras apenas em um ano a cada século. Com a realização que enfrentariam um inimigo mais perigoso do que Shade, e tendo todas as possibilidades contra eles o grupo percebia que deviam recomeçar seu treino agora mesmo...

Com a discussão terminada, cada um dos Professores tinha se voltado à fazer seus próprios deveres, Sophie, por exemplo, tinha a tarefa de buscar mantimentos médicos no Povoado de Vera Cruz, era uma tarefa monótona, isso com certeza, mas era necessária, e tanto Hilda quanto Cattleya estavam enfurnadas na enfermaria, cuidando de dois alunos que haviam posto fogo e gelo respectivamente um no outro durante uma briga, então, como ela tinha seu cargo de Vice-Diretora, ela teve de fazê-la ela mesma, - Isso seria bem mais rápido se eu pudesse ir voando... Pensava ela, mas como, mesmo que fossem uma minoria, ainda haviam pessoas no povoado vizinho à Academia, que desconheciam a existência dos Monstros, e também, vai que algum turista estiveste à espreita? E além disso, a área intermitente entre o Povoado e a Academia era um lugar muito procurado por tanto jornais sensacionaistas como por entusiastas do paranormal, e ao pensar nisso, a Harpia se sentia um pouco como se estivesse sendo... seguida, e não era a primeira vez que isso acontecia, e parecia ocorrer com mais frequência hoje em dia, mas ela atribuía isso à reaparição do inimigo que quase tirou sua vida, e basicamente destruíu seu grupo... mas desta vez havia algo definitivamente peculiar, enquanto passava por um lago no caminho de volta, ela viu uma reflexão de uma sombra que parecia estar atrás dela. Recuperando-se do breve choque, ela resolveu atacar primeiro e perguntar depois, usando sua técnica, Ηχώ του Ποσειδώνα, usando a água do lago para criar um grande chicote de água, que mesmo ao se amarrar e estender por entre as árvores próximas, não pegou nenhum inimigo, mas duas sombras podiam ser vistas na outra margem, Sophie rapidamente devolveu a água ao lago e tocou em sua borda, lançando Αφής του Δία de uma margem à outra, sendo conduzido pela água, o raio explodiu na outra direção, mandando terra e lama para o alto, e Sophie viu que as sombras corriam para dentro da floresta, se ela quisesse se esconder de humanos, já teria falhado, então se transformou em sua forma de Harpia e voou para o alto.

A poderosa mulher-alada concentrou eletricidade de cor azul em seus dedos e desenhou o que parecia ser um arco no ar, ela fez noção de atirar com um arco, e milhares de flechas carregadas e feitas de eletricidade saraivaram por todas as direções, usando Βέλη της Αρτέμιδος Sophie conseguiu ouvir um grunhido de dor, sabendo que pelo menos uma de suas flechas tinha acertado, ela voou baixo e encostou no topo de uma árvore, invocando a técnica Γραμμές της Αφροδίτης, que fez com que as plantas no topo das árvores tornarem-se vermelhas-sangue, e o vermelho foi descendo em direção ao chão, tornando-se uma linha reta que a Srta. Merryweather seguiu, mas ao fim da linha, vinhas feitas de enrgia saltaram do chão, como se para atingir um inimigo que não estava lá, Sophie recolheu suas asas e viu que, após as vinhas desaparecerem, havia apenas uma mancha um pouco grande de sangue no chão, ela estava se inclinando para observar melhor, quando uma horrível voz ecoou, fazendo suas penas se eriçarem, - Você pode ter me mantido longe de sua escola, mas a área ao seu redor é um jogo justo, e não se preocupe, tudo vai acabar logo, e minha maior compra na padaria terá acabado~ A voz parrecia tanto assustadora quanto bem humorada, e talvez fosse isso que a tenha feito ficar tão horripilante, Sophie pegou um dos flascos que havia comprado, e estava prestes a recolher o sangue para mandar uma análisedo conselho, mas o sangue já havia sumido, e em seu lugar, estava apenas um Dois de Paus...


Próximo Capítulo: 11/03


Traduções:
Spoiler:
Ηχώ του Ποσειδώνα - Grego para, Ecoar de Poseidon
Βέλη της Αρτέμιδος - Grego para, Setas de Artémis
Γραμμές της Αφροδίτης - Grego para, Linha de Afrodite


Última edição por Jack Jerripher em Ter Abr 03, 2012 3:43 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 17: A Tribo dos Kelpies.

Mensagem  Jack Jerripher em Dom Mar 11, 2012 11:13 am

Mesmo depois de um dia árduo de treinos, o primeiro daquele ano, Gary ainda pensava que sua amiga Brenda não havia se recuperado completamente, pois ele ainda podia sentir um quê de tristeza nela, ele estava conversando com Blair no dormitório da Sapiensorens, ambos discutiam o que podriam fazer para animar não só Brenda, mas à todos após terem sido forçados à mesma rotina dura do ano anterior, eles também discutiam se deveriam deixar os J's e Carmela saberem, mas decidiram adiar esta preocupação, e se focar em animar-se. de repente, Gary teve um idéia, uma que foi suportada por Blair, ele queria levá-los para sua tribo natal, para conhecerem aquele belo local, mas ele precisaria do aval do Diretor... E isso foi extremamente fácil, ambos simplesmente marcharam para o Gabinete de Jack e pediram para que pudessem arranjar uma viagem de trem, e para a surpresa da dupla, Jack disse que isso faria um bem à todos, e prometeu ir junto por segurança, a viagem súbita do ano estava arranjada com uma ligação, e no dia seguinte, o trio de Luke, Kain e Brenda ficaram boquiabertos ao ouvir que teriam logo que arrumar suas mochilas de passeio e partir ainda de manhã por trem.

A viagem foi rápida, embora para uma localidade inconclusiva para todos, já que Gary, mesmo se desculpando, os disse que não podia revelar por inteiro onde ficava sua tribo. Luke ainda imaginava como seria o local, já que a idéia de ''tribo'' o remetia à tribos indígenas, e isso seria um pouco incomum nos dias de hoje... na Europa, mas decidiu dar uma chance ao passeio, e isso poderia fazer muito bem à todos também, a turma ficou muito feliz em reencontrar o Sr. Heklar, o dragão velhinho que dirigia o trem, ele sempre fora muito simpático com o grupo, e aceitou fazer a súbita viagem no segundo que Jack o pedira, se existisse um homem de bom-coração na face desta terra, esse seria o Sr. Heklar, ele já havia pedido para as comissárias de bordo para preparar lanches para o grupo, os sanduíchinhos estavam muito bons, os cinco não sabiam se era simplesmente estar no trem, ou se os simples sanduíches estavam extremamente saborosos, e enfim na chegada, eles se despediram do condutor, passaram por uma cidadezinha cuja localidade era desconecida para eles, e andaram mais ou menos uma hora e meia em direção à floresta, muito cansados, ficaram contentes quando Gary anunciou que estavam chegando, mas pelo menos as piadinhas do Diretor, que ainda para os olhos de seus alunos, estava escondendo alguma coisa, facilitaram a caminhada; O grupo se encontrava em uma banca de rio, e não havia nada à vista, os deixando ao pensar que Gary tivesse batido a cabeça durante a caminhada, porém, algo, ou alguém apareceu de repente na beira do rio.

Um homem alto e robusto de cabelos escuros compridos e orelhas furadas se dirigia na direção deles, ele então, ao chegar na frente do grupo, extendeu sua mão para Jack, que a apertou e ele então direcionou sua mão para Gary, e o alisou na cabeça, dando boas vindas ao seu filho e amigos. O pai de Gary, Adolfo, parecia ser um homem bem legal, tinha uma atitude EXTREMA sobre tudo na vida, ele ria altamente das mais triviais piadas, até as de Kain; Logo então os conduziu... novamente ao nada, mas um nada mais à frente do que o primeiro nada, mas antes que Luke pudesse perguntar, Adolfo ergueu o braço e agarrou uma corda... uma corda que estava pendurada no nada, e tinha acabado de aparecer no ar, e assim que ele o fez, uma construção se materializou, revelando uma igrejinha, e logo após uma cidadezinha inteira à beira do rio, ele e o filho pediram que o grupo lhes acompanhassem, no caminho, muitas pessoas do vilarejo cumprimentaram Gary pelo nome, Blair notou que quase todos os moradores da ''Tribo'' dos Kelpies tinha cabelos negros e compridos, Gary os disse que tinha os cabelos assim até dois ou três anos antes de vir para o colégio, e seu pai então imitou a voz do filho, fazendo uma pose com os braços, - Mas eu sou bom demais para cabelos compridos, então decidi fazê-los espetados como personagem de mídias jovens! Fazendo todos a desabar no riso.

Após terem tomado água, eles ouviram um barulho de algo saíndo da água, e viram dois potros saíndo da água do rio, acompanhados com uma estranha bola de água com peixes dentro, um dos potros virou uma garotinha, também de cabelos longos negros, e ela apontou para um mesinha no meio da pradaria, a bola de água flutuou na direção dela, e assim que caíram sobre a mesa, um senhor barbudo e que segurava um facão os agradeceu, e começou a fatiá-los, o outro potro virou um garoto, também com vabelos espetados como os de Gary, o único da tribo a não ter cabelos compridos, ambos olharam na direção do grupo, que sentava no chão com Adolfo, e pareciam não ter entendido algo, mas então começaram a correr em direção à eles, ambos saltaram sobre os ombros de Gary, eles não deviam ter nem dez anos ainda, Gary cumprimentou seus primos e se ergueu, começando a girar ambos de seus ombros, eles ficaram um pouco tontos, mas logo abraçaram o primo, fazendo com que todos ficassem quentes por dentro com a visão, Gary os apresentou como Leon e Miriam, e assim que eles deixaram o grupo, ele os disse que ambos perderam os pais, e agora vivem com o pai dele, isso causou um breve sentimento de pena no grupo, mas ambos pareciam estar lidando surpreendentemente bem com o processo, pois não paravam de sorrir. O grupo então se despediu de Adolfo, e decidiram já ir procurar um lugar para o piqueniqie, enquanto Gary ficava para trás para conversar com seu pai um pouco mais.

Após apenas alguns minutos de caminhada, eles se depararam com um campo extremamente belo, com muiitas fragrâncias de flores diferentes, deixando um cheiro quase como o do mel no ar, - Isso parece quando eu estava enfrentando a Valery! Disse Brenda, a idéia de Gary parecia ter funcionado, pois ela estava com um bom humor atípico, ela já havia contado para os amigos, que ela havia, ou achhava que havia, se encontrado com o famoso espírito do santuário no meio da floresta, e que o espírito havia a ajudado, ela disse que o local a lembrava daquele sentimento naquele lugar, Jack confirmou para eles que esse lugar tinha uma enorme pressença espiritual, Gary havia chegado no local, e parecia estar extremamente confuso, preocupado, ele correu em direção ao grupo, e os pediu para que saíssem rápido do local, os explicando que pessoas de fora não podiam entrar neste campo, e pediu desculpas para eles por não tê-los dito antes. Esse era o campo do vento, onde os moradores eram enterrados, de repente, a espiritualidade do local havia sido explicada, o grupo se relocou para um local na floresta para comer, mas todos ainda estavam com a impressão de que Gary os escondia algo...
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Pesquisa de Popularidade 3.

Mensagem  Jack Jerripher em Dom Mar 11, 2012 8:39 pm

Chegamos à metade de Grave Academy II, e portanto, pesquisa!

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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Hildegarde Simpson em Qua Mar 14, 2012 7:06 pm

Personagem Preferido: Vou contar só dos novos, então, Robin L. Sierra.
Capítulo Preferido: Capítulo 3
Técnica Preferida: O que quer que Robin usou para retalhar os pássaros.
Confronto Preferido: Até agora Luke, Blair, Brenda, Gary e Kain Vs Margarete/Bruxa Pérola, foi muito engraçado descobrir quem era : D
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Capítulo 18: A Armoraria.

Mensagem  Jack Jerripher em Sex Mar 16, 2012 1:57 pm

Em uma fria noite, os trilhos do trem chacoalhavam enquanto o veículo cruzava produzindo seu rítmico som, na cabine dos passageiros, o único que estava acordado era Luke, que olhava através de sua janela a paisagem, ele então observou seus amigos, riu-se de Kain, que babava um pouco, e viu que Brenda tinha um semblante calmo e pacato, ele estava grato que ela parecia ter esquecido suas lembranças problemáticas, e após ele ter pensado isso, o garoto começou a refletir, e viu que quase todos ali estiveram envolvidos em tragédias, e ele não, e não era difícil imaginar que outros na escola também tivessem, - Ser um monstro é assim, tão problemático? Ele se perguntou sob sua respiração, e para sua surpresa, a resposta veio. - Sim, viver nesse mundo dominado pelos humanos, abençoados sejam, muitas vezes é extremamente difícil para nós, Luke encarava Jack, que havia acabado de abrir a porta da cabine deles, o Dullahan o chamou, fechando e abrindo a sua mão.

Os dois estavam agora no vagão do bar, Jack havia feito café para ambos, Luke encarava seu olho castanho na desfocada reflexão do líquido escuro, e o Diretor havia acabado de se sentar em um banquinho a seu lado, - O que você tem de entender Luke, é que as diferenças não são muito bem vistas no mundo dos homens, Luke concordou com um aceno de cabeça, - Agora imagine isso multiplicado por cem, se eles soubessem que existimos, eles provavelmente mandaríam que nós nos mudássemos para outro planeta, Jack observou que Luke parecia estar pensando em algo, e o pediu que falasse o que pensa, o garoto mexeu inútilmente sua colher na xícara e, mesmo hesitando, disse, - Ouvi sobre sua irmã... Mas para a surpresa dele, que olhou um pouco aflito para o Diretor, este estava sorrindo brevemente, e essa não era a reação que ele esperava, Jack o disse que já esperava que os tivessem contado, e então começou a explicar: - Sabe, quando se vive tanto quanto eu vivi, e sei que muitos não viveram tanto quanto eu, você acaba superando, é verdade o que eles dizem, que o tempo cura todas as feridas, mas o que é realmente importante, é o que você aprende com os acontecimentos, não importa o quanto eles doam em você, se você não superar, a vida o derrubará. Jack parecia estar tramando algo por trás da calmaria, mas o Fantasma não se preocupou com isso, na hora...

Luke não sabia nem o que responder, a natureza do Sr. Jerripher, às vezes um brincalhão, em outras um monge, ainda continuava a surpreendê-lo, ele então teve apenas uma convicção em seus pensamentos, ele faria com que seus amigos não precisassem mais ficarem pra baixo, seria um piadista se precisasse, mas o faria, - Sabe, esse momento que você acabou de ter vai te ajudar para o resto da vida, Luke, o garoto se assustou, arregalando os olhos para o Diretor, - Você pode ler mentes? Perguntou ele, um pouco aterrorizado e igualmente surpreso, mas Jack o cortou, dizendo que não, pois esse não era seu ramo de habilidades. Ambos perceberam que estavam chegando no povoado de Vera Cruz, portanto Luke foi acordar o resto de seu grupo em sua cabine. E após muitos resmungos e reclamações, estavam todos de cabelos de pé na saída do trem, o passeio tinha sido bom para uma quebra de rotina, e também relaxante, a parte ruim mesmo era acordar após uma tarde inteira de sono, logo que chegaram à encosta do castelo, Jack os disse que precisava deles em sua sala, o grupo, inocente, concordou, e assim que entraram pelo primeiro portão, foram abordados por Mimi e Lorelei, juntamente com muitos Bugbears, as garotas ordenaram que eles levassem as bagagens dos alunos, e então elas os cumprimentaram e voltaram à suas bancas. O grupo subiu as escadas, todos mortos de tanto andar, e então, após o que pareceu uma eternidade, haviam chegado no sétimo andar, e se dirigiram para o gabinete do Diretor.

Ao adentrarem a saleta, que embora parecesse espaçosa para começar, era tão cheia de livros que os parecia apertada, viram que Sophie estava lá, os esperando, Sophie e Jack se cumprimentaram, seguidos pelas perguntas de Sophie para os cinco, que queria confirmar que o passeio havia sido bom, ela adicionou, é claro, que a Academia não estava acostumada a simplesmente dar passeios do nada desse jeito, mas abriram uma exceção para eles por suas ajudas na escola, Kain parecia se encher de pompa quando a ajuda deles no ano anterior era mencionada, fazendo os outros o encararem com faces que eram misturas de risada com pedidos de ''menos'', eles pensaram que a conversa seria realizada ali mesmo, mas para a surpresa de todos, Jack pegou uma chave e a girou em uma fechadura em uma parede, que nenhum deles já havia reparado. Portas ovais se abriram para um espaço de madeira envernizada, muito reminescente de um ateliêr, só que em vez de quadros, o que havia nele eram armaduras, armas brancas, armas de fogo com munições avulsas, e escudos, esta era a Armoraria de Jack, e de onde ele invocava suas armas com Chariot. Não confrontados com um impedimento, o grupo foi entrando... Mas para a surpresa deles, Jack fechou a porta e a trancou atrás deles, os cinco, óbviamente, não sabiam nem como reagir, Blair e Kian bateram na porta, enquanto os outros três gritaram pelos Professores, pensaram em tentar arrombá-la, mas ouviram a voz de Sophie do outro lado, - Me desculpem crianças, se nós não os trancassem, vocês iriam com certeza querer nos seguir, e não podemos nos dar ao luxo de perdê-los, Luke perguntou a Jack qual era o significado disso, mas o Diretor simplesmente passou por debaixo da porta, uma carta parda endereçada a eles, escrita em uma caneta rosa e com os nomes deles escritos com coraçõezinhos nas pontas dos ''ís'' e também no meio das letras, Luke a abriu, e leu em voz alta, era uma carta do palhaço que os atacara (literalmente era isso que estava escrito na assinatura) Ele os desafiava para um duelo ''limpo'' (estava com aspas na carta também) no topo da Montanha Reyres, então tudo começcou a fazer sentido, a viagem, o comportamento dos Professores nos últimos dias, e até o papinho de Jack com Luke.

Brenda declarou que estava cansada disso, e surpreendendo a todos, pois ela geralmente era quieta e reservada (mais ainda ultimamente) ela pegou uma das armas que estava na parede, um Rifle de ataque AK-09, e o disparou seguidamente contra a fechadura, mas algo na porta parecia devorar as balas, não satisfeita, pegou um RPG-7, fazendo com que seus amigos todos mudassem de lado na armoraria, e atirou, mas a granada lançada pela arma desapareceu a meio caminho da porta, deixando a garota esbravejando, Blair, com um olhar de pena no rosto, tentou convencer a amiga a parar, mas Brenda deu um tapa nas mão da colega, ela estava visívelmente irritada, e então esbravejou, - CHEGA! Parem de me tratar como uma doente! Estou cheia disso! Blair e Kain também não tiveram infâncias fáceis, mas é só comigo que vocês fazem isso! Gary estava tentando acalmá-la, a dizendo que eles apenas queriam ajudá-la, mas ela novamente disse que não precisava da pena deles, que isso só piorava as coisas para ela, e ela muito menos queria a simpatia dele, que não podia nem contar um segredo à eles, o Kelpie pareceu ofendido, e disse que o segredo não era só dele, mas sim da tribo inteira, olhou então para seus colegas, procurando alguém que concordasse, mas eles todos pareciam concordar de uma forma ou de outra com Brenda, apenas Luke, que parecia estar completamente perdido, sem conseguir tomar partido, - Olha cara, não é como se nó nunca tivéssemos compartilhado segredos com você, disse Kain, mas Gary apenas o olhou com reprovação nos olhos, Blair então os perguntou se eles não haviam concordado que não precisavam contar tudo um para o outro, mas Kain a olhou com desgosto, - Engraçado você falar, pareciam tão ''preocupados'' comigo naquela vez, que disseram ao contrário, retorquiu Brenda, mas antes que todos começassem a gritar entre si, Luke berrou, - CALEM A BOCA! todos arregalaram os olhos e olharam em direção ao colega, alguns deles duvidavam que já tinham ouvido o garoto erguer a voz alguma vez, - Vocês vão mesmo deixar tudo acabar, POR CAUSA DE UMA BRIGA IDIOTA?! Tudo o que passamos, no ano passado e neste, se vocês vão, eu arranjei os amigos errados, amigos que não merecem meu respeito.


Próximo Capítulo: 18/03
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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Daphne Thyelis em Sab Mar 17, 2012 12:49 am

Personagem Preferido: Luke Truesdale.
Capítulo Preferido: Capítulo 18.
Técnica Preferida: Toque de Zeus
Confronto Preferido: Luke, Brenda, Kain e Blair contra o dragão negro.
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Capítulo 19: Como os Poderosos Caíram.

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Mar 20, 2012 7:53 pm

Era uma fria noite, ainda que fosse apenas outono, duas silhuetas se aproximavam de uma montanha coberta de uma grossa camada de grama; Ao chegarem à seu pé, Sophie transformou-se de volta em sua forma de Harpia, e pediu para Jack se ela precisaria esperá-lo, mas ele simplesmente a deu sinal para ir, a bela mulher-ave, com apenas um bater de suas asas de cor russê se pôs aos céus, continuando a ascender, por outro lado, no chão, Jack se ajoelhou, murmurou algumas palavras, e então um círculo de runas de cor vermelho-escuro apareceu no chão úmido, e dele, alguns pedaços de ossos começaram a sair, e então bailaram no céu noturno, findando a agregarem-se a um montinho na frente do Dullahan, que agora já assumia sua forma de monstro também, logo um crânio comprido caiu por cima dos ossos e uma luz rubra se incidiu sobre tudo; Lá estava parado um cavalo negro com olhos e crina vermelhos, ossos ainda podiam ser vistos em suas costas, formavam na verdade, uma cela, Jack a pulou e montou no animal, dando força com suas pernas, o cavalo então se empinou, e assim que faíscas roxas apareceram em seus calcanhares, o alazão começou a flutuar, ou melhor, trotar no ar, e a medida em que ambos alcançavam Sophie, os três pareciam estar começando a sentir a Aura que o poder de seu inimigo lhes lançava, pesando sobre eles, se eles tinham certeza de algo, eram que o serviço deveria ser terminado hoje.

O clima continuava tenso dentro da armoraria, Brenda e Gary encaravam Luke com os olhos arregalados, enquanto Kain e Blair pareciam olhar seus próprios pés, nenhum deles dizia alguma coisa, até Luke quebrar o silêncio, - Então é assim mesmo... Que pena... Ele virou as costas e começou a se dirigir para outro canto da sala, porém, Kain andou até ele e o segurou no ombro, - Luke, você está certo, nós nunca fomos de brigar, o que está dando na gente? Disse o Wendigo, - E ainda mais por razões bobas como segredos... Disse Blair olhando com um olhar arrependido em direção à Gary, que por sua vez disse, - E quase... Excluindo alguém do grupo, me desculpe Brenda... Ele disse a encarando, a garota respondeu que era também culpa dela, e que ela não deveria ter sido afetada por algo que aconteceu em seu passado, já que todos tiveram seus problemas, Luke ainda estava de costas para eles, mas ele agora tinha um breve sorriso, isso o estava lembrando da matura conversa que ele tivera com o Diretor no trem, e seus amigos também tinham aprendido os mesmos valores, o Fantasma então se virou de volta e declarou, - De agora em diante, se alguém estiver passando por problemas, ao invés de nos deprimirmos e brigarmos, vamos só dar um belo tapinha nas costas, ou na cara se o caso for, e esquecer! Todos riram com a proposta mas concordaram, - E além do mais, temos assuntos mais importantes para discutir, disse Brenda se referindo à carta que sentava sobre um mesanino.

Enquanto Jack e Sophie chegavam no cume da montanha, notaram que a área, sempre cheia de vida com animais e um ou outro monstro feral, tinha uma atmosfera polarmente diferente, algo parecia opressivo e estenuante, o Dullahan desceu de seu cavalo, Cervantes, e o agradeceu com um carinho em sua longa face, o animal soltou um fraco relincho de felicidade, e em um flash vermelho, virou novamente em ossos e foi sugado para dentro do círculo ribro no chão, desaparecendo sem traços, e assim que o fez, um som de aplausos entusiásticos foi ouvido, - Parabéns, parece que fizeram exatamente o que eu imaginei que fariam, vocês são tão nobres! Vindo assim em meu espetáculo ao invés de seus alunos! A voz vinhz de uma pequena silhueta sentada sobre uma pedra, parecia ser um boneco de chaveiro de um palhacinho, ele abria e fechava ritmicamente sua boca de plástico, emitindo a extravagante voz, que parecia estar passando por um filtro, Sophie Jack perceberam ter caído nos planos do inimigo, mas isso na verdade não mudava nada, - Maravilhoso~ Realmente Espetacular~ Meu show vai estar de volta, depois de um milênio! Os olhos do boneco começavam a transbordar lágrimas. enquanto ele gritava alegremente, fazendo um estranho som que não era deste planeta... Sophie se cansou de ouví-lo, e o vaporizou instantâneamente com uma rápida e eficaz Magia do Trovão, - Pare de falar assim, isso foi o que você fez na vez passada, achei qela dissue teria aprendido, ela disse, mas antes que ela entendesse o que estava acontecendo, Jack usou Chariot para invocar Vespa, sua Claymore, e Abalone, a Espada Longa de Sophie, e com um movimento rápido de seu braço esquerdo, usou Vespa para defender um ataque que teria acertado a Harpia caso ele não estivesse ali, ambos se viraram, vendo que o palhaço, usando roupas multicoloridas, seu chapéu de bobo da corte e sua face com maquiagem que mais parecia uma máscara, eles perceberam que ele usava as exatas mesmas roupas do Jabberwocky que era símbolo da Beinterruves, era como se ele estivesse zombando da escola.

O palhaço brandia uma pequena adaga de lado a lado, agindo em loucos e imprevisíveis movimentos, mas Sophie e Jack eram ambos espadachins experientes, e defendiam cada um de suas facadas, tentando sempre atacarem em dupla, mas como bem sabiam, era estranhamente difícil acertar o palhaço, mesmo que ele tivesse uma certa massa corporal, ele ainda era era extremamente veloz, e no meio de seus golpes, ele atirou duas cartas de suas compridas mangas, o Dullahan e a Harpia porém, as cortaram ao meio, mas o que eles não previam, era que, como uma planária, cada um dos pedaços de carta cortados se dividiram e originaram novas cartas, elas tinham uma força que os sugavam para seu centro; Jack e Sophie sabiam muito bem que não queriam nem olhar para o que estava no buraco que podia-se ver em seu centro, Jack invocou pequenas Kunais e as jogou em cada uma das cartas, as grudando em árvores da vizinhança, Sophie rapidamente atou o braço de Jack com ataduras mágicas, ele havia cortado um pouco de sua mão com cada uma das Kunais, fazendo-as terem seu sangue, e já que sabiam que as cartas não absorviam fluídos, elas podiam apenas tentar sugar o ar em sua volta inutilmente, o palhaço se maravilhou com o feito, como uma criança que vê pela primeira vez um truque, mas ele logo quebrou esse ato, e tirou seu chapéu, ele então virou uma espécie de escudo, com cada um das pontas se alongando e virando afiadas como espadas, o palhaço, enquanto sorria, jogou seu chapéu, que girou com muita rapidez, derrubando muitas das árvores por perto, o Diretor e sua Vice se abaixaram, evitando o cortante acessório, e cada um lançou um filete combinado de Magia do Fogo, porém, o fogo, mesmo que tivesse atingido o alvo, ele não parou de girar, e apenas ficou mais perigoso, colocando fogo enquanto girava para eles, Sophie apagou o fogo na grama com sua água, e procedeu a usar sua mais forte técnica, Πανταχού παρούσα Νερό: Επτά επικεφαλής φίδι, As oito cobras de água dançaram em volta da Harpia, que ainda adicionou um jato de vento de suas asas ao ataque, assim que as cobras deram o bote, eles verificaram que o chapéu estava de volta nas mãos do palhaço, e ele o segurava em direção da água, e ele estava a absorvendo-a para dentro do chapéu, que parecia não ter fim, porém, algo que ele não contava, era que, dentro da água, se esondia Jack, e quando ele se aproximou da cara do palhaço, ele desferiu um golpe cortante em sua face.

O palhaço caiu mais de três metros para trás, e ao mesmo tempo, Jack e Sophie lançaram raios de Magia de Luz, com esperança de que isso eliminasse o palhaço, mas eles não esperaram que ele simplesmente se levantasse denovo, sem nehum sangue na face, que revelara-se ser uma máscara, que não revelara nada ao ser quebrada, pois já havia se reparado, e ainda assim, rindo à beça, e sem aviso algum ele lançou um mar de cartas na direção deles, ambos fizeram o que haviam combinado caso isso acontecesse, cada um deles desferiu um raso, porém dolorido corte no outro, o sangue deles despejou sobre as cartas, mas para o horror deles, as cartas já começavam a sugá-los, elas se adaptavam à sua fraqueza, Jack não aceitaria isso, invocando milhares de espadas por cima da cabeça dele, ele então as lançou em direção ao palhaço, e assim que elas estavam se aproximando, ele cobriu Vespa com a bola de fogo azul que pairava sobre onde sua cabeça deveria estar, e a balançou para baixo, fazendo uma reação em cadeia, onde o sopro de fogo azul queimou as espadas, e as lançou para todos os cantos, acertando o palhaço, Sophie também não, e por isso lançou Αφής του Δία através de Abalone amplificando seu poder, o puro poder resultante foi o bastante para abrir uma cratera no chão, mas só para se prevenirem, Jack invocou duas Lança-Foguetes M136AT-4, as armas com maior potência do mundo, fabricadas na Suécia, capazes de equiparar um soldado de chão com o poder de fogo de um tanque de guerra dos melhores, e assim que Sophie criou um escudo para protegê-los, cada um deles disparou três foguetes de cada Lança-Foguetes, a explosão resultante foi capaz de tremer a montanha, e destruir completamente seu pico, deixando apenas Jack e Sophie nele, ambos ofegantes pelo incrível gasto de poder, eles olharam um para o outro com satisfação... Mas então, cada um sentiu uma súbita dor na nuca, e uma carta pareceu sair de dentro do pescoço de ambos, e começou a sugá-los para dentro, e dentro de segundos, ambos tinham sido perdidos, mas, com um golpe de sorte, conseguiram usar suas espadas para se apoiar no chão de fora, e se lançaram para fora de novo, ambos pareciam estar sem ar, sofrendo muito, o palhaço havia se surpreendido, mas ele ainda ria, Jack o olhou, como se perguntasse como era possível ele estar vivo, e ele então bateu rapidamente nas costas de cada um, e eles sofreram um enorme choque, ao verem que o pico da montanha ainda estava como antes, e que uma montanha no horizonte havia sido dizimada, eles não entendiam ainda qual tinha sido o poder que tinha feito isso, mas ele logo respondeu, eles estavam ficando loucos lentamente, não só eles, como muitos da escola, seriam pegos e corrompidos pela loucura, deixando seu espetáculo começar, - Oh! como os poderosos caíram~ Ele exclamou, ambos queriam gritar mas notaram que o corpo deles parecia estar lentamente se transformando em cristal, devido a serem sugados pela carta, acharam que estavam perdidos, porém, a esperança chegou na forma de várias espadas de pedra, que foram lançadas de longe, e caíram à frente do palhaço, cravando-se no chão, cada uma lançou um raio que juntos, lançaram o palhaço para longe, caíndo da montanha, os raios também restauraram ambos de volta ao normal, e eles caíram inconscientes, nem podendo ver quem os salvara.


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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Jonah C. Wood em Qua Mar 21, 2012 6:54 pm

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Capítulo 20: Visita à Baal Stolas.

Mensagem  Jack Jerripher em Sex Mar 23, 2012 8:49 pm

Jack acordara de súbito, seus olhos não reonheciam o local, mas seus pulmo~es ansiavam por ar, e ele soltou um longo suspiro ofegante, logo então viu que estava na ala do hospital, ele reconhecia Sophie, que estava na maca ao lado, tomando um chá enquanto lia, ambos estavam enfaixados pelo corpo inteiro, ele conseguia reconhecer as silhuetas ainda um pouco difusas de Cattleya, Hildegarde, Samantha, Margarete, Aaron, e o grupo que estava anteriormente preso na armoraria, todos o encaravam, pareciam ter uma expressão que era uma mistura de pena com descontentamento, todos agora já haviam percebido que ele havia levantado, Cattleya se dirigiu à sua direção, ele lhe colocou a mão no ombro e olhou fundo nos olhos, ele sabia o que ela estava fazendo, lendo sua energia mais detalhadamente, - Está bem, só abatido, ele é todo de vocês, ela então se virou e juntamente com Hilda, ambas se retiraram da sala, Luke então se levantou de seu assento e chegou mais perto do Diretor e da Vice, - Sério mesmo que vocês fizeram essa estupidez? Você é ainda pior Jack, isso foi depois que você me deu aquela lição de moral, ele e Sophie podiam apenas encarar as paredes, enquanto ele ralhava com eles, Samantha eventualmente se levantou e pediu para que o Sr. Truesdale se sentasse, ela então começou ela mesma a ralhar com eles, - Espero que pelo menos saibam que fizeram uma besteira tamanha, e se tivessem partido? Como ficaria a escola? E por favor agradeçam à ela por isso, também é certo que iam enfrentar um processo no conselho se não fosse ela, ambos estavam confusos sobre quem Samantha estava se dirigindo, mas eles logo a viram, sentada lendo um livro maior que sua cabeça, quieta, estóica e imóvel estava Helena Minovich, a número cinco do conselho das espadas.

Helena era uma garota nas mesmas veias que Margarete, muito mais velha do que aparentava, mas continuava a ter a aparência física de uma garotinha, mas em seu caso, ao invés de nove anos, ela parecia ter doze, ela possuía belos cabelos negros e lisos, embora não fossem os mais penteados, a leve bagunça na qual eram arrumados davam estranhamente uma aparência boa, ela usava grossos óculos retângulares com apenas armação vermelha na parte de baixo, seus olhos verdes-claros eram muito parecidos com os do Diretor, ela vestia roupas simples do colégio católico humano no qual ela estudava, enquanto mantinha as aparências, e ainda parecia não ter percebido, ou se importado que falavam e olhavam para ela, até que ela levantou levemente os olhos da página do livro de capa completamente branca sem título do qual ela lia, e então falou, - Não se importem com isso, disse ela com um tom de voz baixo e calmo, quase sem timbre próprio, foi um momento muito estranho e um pouco desconfortável, ela era uma daquelas pessoas, que praticamente irradiam sabedoria e calma, não falam muito, mas quando falam, você simplesmente se cala e ouve, o conflito parecia ter se encerrado, Jack novamente assumiu um pouco da postura brincalhona, e agradeceu à Helena com um aceno de mão, Blair por um instante achou que pudera ver um sorriso se formar no rosto impassível de Helena, Sophie reconheceu a técnica que ela usou para salvá-los, como sendo a Espada de Catoblepas: Formação de Arco, e disse à todos que essa era uma das poderosas técnicas reconhecidas pelo conselho, Helena novamente falou, repetindo a mesma frase, ''Ela não parece se importar com muita coisa, ou será que ela não se importa consigo mesma?'' Pensou Gary, ''TÃO MOE!!'' Pensou Kain quase tendo uma convulsão pela fofura da garota.

Margarete, para surpresa de muitos e represalha de Aaron, se teleportou para a cama de Jack e o deu um beliscão na bochecha, seguido por uma puxada de orelhas, o Dullahan reclamou, e assim que Aaron a pegou pelo colarinho e a fez sentar-se denovo, ela começava a gritar com ele, ela então se dirigiu a Sophie, que apenas virou a página do fino romance que lia e continuou com um breve sorriso no rosto, mesmo enquanto estava sendo insultada, Aaron então tirou de seu bolso a luva do homem-areia, - Denovo não! Suspirou a Srta. Rabbit, segundos antes de ser posta para dormir, o Sr. Vengeance, com um tom meia parte apologético, meio preocupado e inteiramente irritado, pediu para que ambos não fizessem uma loucura assim denovo, e logo então ele subiu os degraus para o próximo andar, indo levar Margarete para dormir. Para a surpresa dos cinco alunos, tanto Jack quanto Sophie já se levantavam e colocavam casacos, ao ficarem sabendo que eles teriam uma audiência, junto com o resto do conselho e a associação dos caçadores, eles realmente começaram a reavaliar o quão impulsivos os dois podiam ser, - Na verdade Jack, acho que seria bom nós levarmos esse pessoal junto, disse ela se referindo à Luke e amigos, que saltaram de suas cadeiras com a notícia, Jack assentiu entuusiásticamente com a cabeça, - Hm, não é que eu queira tirar o corpo fora, mas será que eu entro lá? Disse Blair, - Não se preocupe, Helena voltou a falar e subsequentemente a calar a todos no recinto, - Não é só a Blair que pensa assim, começou Brenda, - Da última vez eles não nos receberam muito bem... Terminou Gary, Luke podia apenas se concordar, enquanto lembrava da cena, - Desta vez será diferente, Jeliel estará lá, Comentou Sophie, Luke estava prestes a perguntar, mas Kain se aproximou de seu ouvido e sussurou que Jeliel Lehahaiah era o número um do conselho, ou seja, o monstro mais poderoso reconhecido no mundo, Luke engoliu em seco com o prospecto de estar na presença dele, mas logo saberia como seria.

Todos já haviam partido do colégio, estavam sendo levados por uma carruagem pegada emprestada de um Lorde Vampiro das redndezas que era grande amigo de Jack, o cocheiro era um velho zarolho e corcunda, assim que chegaram ao vilarejo de Vera Cruz, por além de ser de noite, Jack e Sophie concluíram que Luke e sua turma estavam cansados demais, pois ficaram um grande tempo sem dormir, assim que desceram, Sophie pagou alguns CapetaReais ao cocheiro e ele retornou cantarolando Der Freischütz, Jack então colocou sua mão fundo em seu bolso do casaco e retirou uma pequena chave, ele se aproximou de uma das várias casinhas na vila principal, - O que ele está fazendo? A entrada pra organização dos caçadores é pela casa de uma velhinha? E essa chavezinha não vai cab... Luke ficou boquiaberto ao ver que a chave se alterara para abrir a fechadura, e um grande portal branco havia se erguido, Sophie então quebrou seu estupor, o epurrando para dentro, dizendo que eles não deveriam ser vistos. Em menos de um piscar de olhos, estavam no que parecia ser uma igreja, cujo altar estava destrúido, vidros pintados estilhaçados pelo chão, o garoto então reconheceu duas figuras que estavam sob o altar elevado juntas de duas mais que ele não conhecia , eram Igor Malkuth, o líder atual dos caçadores e Kate Goldsmith, sua assistente, Igor era um home jovial, embora fosse apenas humano e ter passado dos trinta, tinha a cabeça raspada e usava seu mesmo sobretudo pardo habitual, Kate etava usando um casaquinho fechado branco, e usando seu cabelo em um coque, seus olhos azuis brilhando, ela os avisou que tinham se atrasado quarenta e três minutos, minunciosa como era a prima de Kalifa, ela nunca deixava a vida lhe levar, Igor a pediu para se acalmar e então abraçou Jack e beijou Sophie na bochecha antes de os dirigirem para as outras duas figuras, uma delas era uma mulher extremamente alta e com um belo corpo, tinha cabelos negros e compridos até sua cintura, com uma tiara de cor teal, a mesma de seus olhos, que a faziam parecer ter um ''olhar da morte'' perpétuamente instalado, o outro era um homem que parecia ser levemente mais novo que Jack, vestia apenas peças brancas e tinha olhos castanho-claros com um tom amarelo misturado, mas sua característica mais marcante eram seus cabelos, longos e puramente dourados, suaves e macios, Luke sentia-se estranho, calmo, sua ansiedade se dissipara; Jack deu um beijo na mão da mulher, e Sophie trocou beijinhos nas bochechas com a mesma, ambos então, com uma súbita mudança, se ajoelharam perante o homem e baixaram as cabeças, dando boas-vindas ao seu chefe, estes eram Ur Valentine, a número dois e Jeliel Lehahaiah, ''Tecelão do Poder Transcendente'', o número um do Conselho das Espadas.


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Última edição por Jack Jerripher em Qui Maio 23, 2013 2:33 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Blair Liddel em Sab Mar 24, 2012 4:14 pm

Personagem Preferido: Jack Jerripher
Capítulo Preferido: Capítulo 19
Técnica Preferida: Pumpkin Peacock
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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Marshall C. Duke em Dom Mar 25, 2012 6:00 pm

Personagem Preferido: Sophie Merryweather
Capítulo Preferido: Capítulo 15
Técnica Preferida: Chariot
Confronto Preferido: Jack e Sophie VS PalhaDemon
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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Kain Winchester em Dom Mar 25, 2012 7:09 pm

Personagem Preferido: Margarete Rabbit
Capítulo Preferido: Capítulo 12
Técnica Preferida: Chariot
Confronto Preferido: Jack e Sophie VS Palhaço
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Re: Fanfic: Grave Academy.

Mensagem  Luke Truesdale em Dom Mar 25, 2012 7:50 pm

Personagem Preferido: Robin L. Sierra
Capítulo Preferido: Capítulo 7
Técnica Preferida: Gancho Ectoplsma
Confronto Preferido: Eu, Blair, Gary, Brenda e Kain contra a Bruxa Pérola
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Capítulo 21: Almas Existem.

Mensagem  Jack Jerripher em Sex Mar 30, 2012 4:28 pm

Primeiramente, gostaria de me desculpar pelo atraso deste capítulo, eu experienciei muitos problemas com a internet daqui de casa ultimamente, e também, só para avisar que esse capítulo começa uma retrospectiva na vida de Sophie, Jack e Robin, antes mesmo da escola ser fundada.


Era um dia pacato e tranquilo em um minúsculo vilarejo nas encostas de uma montanha, a brisa estava leve e cálida na única rua da cidade, uma pequena garotinha de cabelos dourados corria para cima e para baixo enquanto carregava um pesado grimoire, ela tinha quase o tamanho do grande livro, era mirradinha e estava vestida apenas em roupas simples, mas a expressão com a qual ela o carregava poderia ser a foto do dicionário na palavra felicidade, ela então saiu do vilarejo, e encontrou uma sombra embaixo de um grande carvalho, ela então se deitou sobre a relva macia, mas que pinicava um pouco, e então ela abriu o grande livro de capa dourada, nele haviam palvaras de bonitas grafias em latim, e mesmo que a garotinha não entendesse o que elas dissessem, ela gostava de vê-las, e podia ler os trechos que estavam em inglês, elas a contavam sobre como as almas saiam de nossos corpos uma vez que morressemos, e lia que elas iam para o céu, ela então parou um pouco de ler e pegou um pequeno dente-de-leão que estava crescendo próximo à sua perna, ela então o assoprou, e observou enquanto as sementes sobiam para o céu, mas aí ela foi chamada de volta à terra por uma voz familiar, - Eza, então você estava aí, que novidade! Ela sorriu profusamente e se levantou para dar um abraço em seu irmão maior, Jack era um jovem de aparência gentil, tinha olhos verdes enquanto os de Teresa eram azuis, e seus cabelos eram mais escuros e mais curtos, juntamente com Jack, vinham duas garotas.

Uma delas tinha longos cabelos negros levemente encaracolados nas pontas, tinha grandes olhos azul-aço e uma perpétua expressão de seriedade em seu semblante, a outra, era uma garota de cabelos loiros curtos chanel, seus olhos, embora parecidos com os da primeira, eram mais puxados para o cinza, e seu formato de face parecia lembrar o de uma raposa, que embora fofa, podia ser muito esperta quando queria; Sophie e Robin tinham conhecido os irmãos há uns dois anos, Jack e Robin haviam se encontrado em uma pequena cidade que estava sendo atacada por um troll, e quando este estava perto de atacar uma criança, ambos, sem nem saber que o outro também era um monstro, se jogaram na frente, e se transformaram, para um Dullahan, no caso de Jack, e em uma Dainslef no caso de Robin [Dainslefs são pessoas construídas de um amontoado de armas] Ambos desferiram um fatal golpe na criatura. Embora não tivessem tido nenhum treinamento especial, viver nas ruas viajando era uma grande experiência de aprendizado. Porém, vários humanos testemunharam a cena, e logo o conselho de camuflagem agiu, - Uau Mano, essa foi a coisa mais legal que eu já vi, o jeito como você se colocou na frente daquela garotinha indefesa! Comentou Teresa, Jack sorriu para ela e disse que teria feito o mesmo por ela, o que fez a garotinha sorrir, porém, isso não livraria ele e Robin de uma audiência formal em um tribunal, e foi neste mesmo tribunal que a dupla conheceu Sophie, a jovem Harpia estava fazendo um estágio pois pretendia trabalhar por lá, por sorte, eles acabaram saindo sem nenhum tipo de pena barrando uma advertência. Logo após a audiência, Sophie correu para os dois, os dizendo que concordava com os atos deles, pois eles o tinham feito para proteger alguém, mas ela concordou que não estava ganhando nada ali, e queria sair para conhecer o mundo, logo, foi com eles.

Outro dia ela os contou de seu sonho de mudar as leis do mundo dos monstros, Robin compartilhou os seus, de abrir um circo, o que gerou algumas risadas, mas ela logo começou a dançar, mostrando grandes proesas acrobáticas, e impressionando a muitos que estavam no bar. Jack não tinha um sonho definido ainda, mas sempre quis fazer algo pelos monstros jovens, que viviam em um mundo que não era seu, e sim dos humanos, que a muitos séculos haviam os ultrapassado em população e domínio, a discussão fez com que Teresa, que estava grogue, quase dormindo pela hora, a dizer seu sonho em voz alta e empolgada, - Quero ser uma médica de almas! Sophie, Robin e Jack sorriram para a garota, que tinha sonhos tão puros e inocentes, mas uma risada rebombeou pelo estabelecimento, um grupo de homens barbudos se esbaldava de rir, - Como você quer tratar de coisas que não existem? - Existem sim! Elas saem de seu corpo e vão para o céu! Ela exclamou, Jack a pediu para não levar a discussão à sério, mas era tarde demais, - Céu? Como você sabe que há um céu sua tolinha? Jack havia se levantado, mas Teresa correu à sua frente, - Eles Existem! Almas e o Céu EXISTEM! - Prove! Disse um dos homens, de aspecto sujo, - Olhem para cima, dá pra ver o céu, não dá? E almas não podem ser vistas por gente como vocês! Era claro que a garota estava muito irritada com toda a situação, mas os homens continuavam a rir alto, - Tudo que eu posso ver é o teto de uma taverna suja, você tá se achando né? Este era o fim da dicussão, Sophie deixou o dinheiro na mesa, e os quatro saíram do estabelecimento, Jack levou sua irmã pelo braço.

- Vocês... Acreditam em mim não é? né? Dizia Teresa, chorosa, Jack se ajoelhou no chão e abraçou a irmã, dizendo que acreditava sim, Sophie e Robin concordaram, mas nada do que eles dissessem parecia surtir efeito, ela continuava a chorar, apertando os pulsos e rangendo os dentes, era claro como cristal que o tópico era muito importante para ela, - Por que ninguem acredita? Por que eles não entendem? Por que não acreditam em mim?? Ela estava inconsolável, Robin então se aproximou dela e segurou suas mãos, - Teresinha, será que você quer ver uma dança que eu criei? Ela tem a ver com as almas puras das pessoas, Teresa abriu os olhos quase os rasgando de surpresa, um sorriso já se formando em seu rosto, - Você fez uma dança sobre almas? Será que eu posso ver? Robin sorriu, ao ver que ela estava se animando. Os três fizeram uma fileria, com Robin se aproximando do meio da rua, ela postou ambos os braços para trás e se ergue na ponta dos pés, ela então deu uma pirueta para o lado, arrastando as pernas, desenhando um círculo no chão, ela estendeu os braços para cada lado, e então voltou a cruzá-los para cima de sua cabeça, ela então deu um ou dois giros muito rápidos e praticamente deitou-se, deixando uma de suas pernas arqueadas para trás, ficando sob a sua perna, ela então com apenas um impulso, saltou para o alto, dando um mortal, ela aterissou em um espacate, e o aplauso veio quase que instantâneamente, Sophie a perguntou como ela tinha aprendido tal façanha, Robin a disse que, depois de um século vivendo em cima de um ateliê de ballet, as pessoas aprendem allguns truques, a bailarina loira se aproximou da pequena garotinha, que estava maravilhada, perguntando se o salto era feito para encenar como a alma saia do corpo, Robin disse que sim, e que a forma como ela se deitou era para encenar a morte. Através de circunstâncias estranhas, o grupo de viagens havia se formado, mas ele não poderia ficar junto por muito tempo... As linhas do tempo e do destino já estavam se fechando perto deles...


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Última edição por Jack Jerripher em Qui Jan 17, 2013 6:51 am, editado 1 vez(es)
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Capítulo 22: Congregação de Bruxas.

Mensagem  Jack Jerripher em Seg Abr 02, 2012 7:02 pm

O silêncio noturno da madrugada de uma cidade litorânea havia sido interrompido, uma lufada forte de vento se dirigia em direção ao teto de um prédio, parecia carregar uma cadeira para cima, nela estava sentada uma mulher de cabelos desumanamente longos e loiros, que se enrolavam nas pernas de seu assento, a mulher, mesmo sendo jogada para o alto, ela mantinha sua face com olhos vazios e um olhar demente, não demorou muito para uma segunda figura aparecer na cena, o que parecia ser um cavaleiro em armadura negra, com uma bola de fogo azul onde a cabeça estaria, segurando um grande cutelo se jogou para a cobertura onde a mulher havia aterissado, - Obrigado Sophie! Jack agardeceu, e rapidamente procedeu a dar uma forte pancada com o cutelo no teto, causando uma fissura, o prédio se rachou, e logo, do andar debaixo do teto, saiu Robin, que jogou rapidamente vários objetos da sala de estar de quem morasse lá, os variados ítens brilharam e se prenderam à mulher da cadeira, que não mudou de expressão, - Agora, Eza! Gritou Robin, e então, das sombras, saiu Teresa, mais velha, usando óculos e com o cabelo mais comprido, ela usou os fios elétricos para correr, quase tropeçando, e pulou, transformando-se em uma criatura parecida com Jack, porém, seu corpo/armadura era branco e sua chama/cabeça era rósea, ela materializou uma linha de mosquetes, e disparou todos, os tiros voaram rapidamente pelo ar, e todos, como se guiados por uma mão invisível, atingiram o alvo na cabeça.

- A primeira caçada da Eza! Disse Sophie com um sorriso, que voltava da rua abaixo, onde ela havia posto todos os moradores do prédio, que foram enganados a acreditar que acontecera um acidente e que deveriam aguardar ordens para voltar, Teresa sorriu, contente consigo mesma, ela era meio desajeitada, como o irmão, mas tinha muito potencial, como Robin notara, - Vou reportar isso para o QG, talvez você já entre para o conselho em alguns meses Eza! Disse a Dainslef com um sorriso largo no rosto, - Fácil para você falar, é a Número Um, disse Jack em um tom que mesclava ciúmes e brincadeira, - Não reclame maninho, Número Seis é um ótimo número, e você Sophie, não está tão atrás no Nono lugar, disse Teresa querendo consolá-los, - Não se preocupe, eu não sou um bobo como seu irmão, que só vê importância no poder, retorquiu a Harpia, - O que disse, Galinha? Respondeu Jack, - Se ofendeu, Descabeçado? - Mulher-Peru! - Peru na ceia é quem não tem cabeça! Ambos continuaram a retorquir o outro com xingamentos, enquanto Eza tentava separá-los, mas Robin lhe disse que era assim que eles demonstravam carinho um pelo outro, - NÃO É NÃO ROBIN! Ambos gritaram, - Um: É Mestra Robin pra vocês, e Dois: Olha que fofo, falando em unissom! Antes que eles pudessem responder, se ligaram que tinahm que sair dali, e então com um salto, Sophie desceu para avisar os moradores e se pagar pelos danos, enquanto os outros três desciam pela escada de incêndio, - Mas Mestra Robin, não é estranho que tantas bruxas estejam aparecendo ultimamente? Jack inquiriu, e ela colocou os dedos em seu queixo, em postura de pensamento, e respondeu que isso era verdade, - Por quê? Tá chegando o Halloween? Perguntou Teresa animada, - Não Eza, isso foi semana passada... Disse Jack com um tom condolente, enquanto Teresa e Robin se riam, - É que, começou Robin, mudando severamente de tom, a aparição de um conglomerado de Bruxas ferais muitas vezes significa a ascenção de um Demônio, e dos grandes, - Mas, se um desses estivesse vindo, o sensor do conselho o detectaria, não? Ela perguntou, seu irmão e a amiga não souberam responder, não era a área deles.

Sophie andou calmamente até eles, ajeitando seus cabelos, ela os disse que deveriam voltar para o QG, Robin então pegou o colar que tinha no pescoço, com um pêndulo verde, Jack pegou seu azul e Sophie o seu branco [eram o que tinham antes dos anéis], e após recitarem um curto poema, correram para uma colina em uma área remota, de onde lançaram brilhos de cada colar, Jack então segurou na mão de Teresa, e todos então desapareceram, somente para aparecer na porta da torre do conselho, na ilha escondida de Calypso, Teresa disse que esperaria na porta, enquanto os outros três seguiam para dentro, percorrendo o longo caminho até a área mais interior da ilha, onde a torre principal estava, eles logo então subiram escadas de mármore, enquanto eram saudados por muitas pessoas no caminho, eles finalmente chegaram à frente de uma porta com dez indenações perto das dez maçanetas, sete colares já estavam pendurados em cada maçaneta, Robin então amarrou o seu na primeira maçaneta da direita, Jack a seguiu cinco maçanetas depois, e Sophie, três depois de Jack , eles adentraram em uma sala que utilizava hologramas para parecer um vale de montanhas, Robin deu um longo salto até o pico mais alto, onde havia uma plataforma, Sophie e Jack pularam para baixo um pouco, caindo nas plataformas com seus números gravados, as luzes se acenderam, revelando os sete outros membros do conselho, e então, um deles anunciou que a reunião estava agora em cessão.

No lado de fora, Eza deitou-se na grama, e rolou um pouco, - Acho que nunca alcançarei o maninho e a Sophie, quem dirá Robin! E mesmo se os alcançasse, não sei se gostaria de viver essa vida de desafios e perigo, já tive o bastante disso... Situação complicada! Declarou ela enquanto limpava os óculos negros em sua blusa branca, mas o que ela falhara em perceber, era que ela rolara para baixo de uma colina, e agora se encarava diretamente com uma velha senhora, e ao finalmente notar isso, a Dullahan ficou vermelha de vergonha, mas a senhora, de roupas esvoaçanetes negras e nariz aquilino apenas sorriu um sorriso sem dentes para ela, a velha tinha algumas verrugas, mas parecia ser uma boa senhora, - Tem razão pequenina, eles não podem te obrigar a uma vida que você não quer! Sorriu-se ela, - Não acho que eles realmente queiram isso... Disse Teresa, após pensar um pouco antes de responder, - Ah, me desculpe, sou Teresa Jerripher, e a senhora...? A velha respondeu, - Oh não, não, não, nem ao mesmo sou digna de ter meu próprio nome, apenas me chame de Senhora Erva, todos me chamam assim... Riu-se ela ainda mais, - Será que você não gostaria de ter uma festa do chá comigo? Ela continuou, Teresa apenas sorriu e concordou.


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Capítulo 23: Não Foi Incrível?

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Abr 03, 2012 3:40 pm

O alarme da ilha havia soado, luzes vermelhas piscavam por todo o complexo, - Alguém ousa agir mesmo nessa ilha? Um dos membros do conselho gritou, a confusão reinava absoluta, mesmo na sala de controle, ninguém parecia entender o que estava acontecendo com certeza, porém, a situação foi esclarecida quando um funcionário entrou na sala, e anunciou que uma garota que estava na entrada tinha sido levada por uma Bruxa, a sala toda ficou abruptamente em silêncio, o único som ouvido foi o de o estalar de um dedo, Jack havia acabado de usar Hierophant, e já desaparecido em um cubo roxo e verde, antes que alguém perguntasse, Robin os respondeu que era a irmã dele, ela então socou a parede atrás dela mesma por deixar isso acontecer, Sophie preparou-se para sair, mas sua amiga pulou de sua plataforma para à dela, e a segurou pelas costas, a dizendo que não era prudente entrar no território de uma Bruxa sem saber de sua especialização, e que provavelmente fariam melhor em ficar aqui e descobrir o que pudessem da assinatura de energia que ela deixara na entrada, a Harpia relutantemente concordou, e ambas, seguidas por alguns de seus colegas, foram diretamente para a sala de controle.

Jack havia acabado de aparecer na entrada, um cerco havia sido fechado para os seguranças recolherem traços de energia do chão, e o Dullahan, sem pensar duas vezes, entrou no cerco e fechou seus olhos, concentrando-se na assinatura, identificou a de Teresa, e a de uma desconhecida, e apesar dos avisos de todos que lá estavam, ele partiu correndo para a costa da ilha sem nem olhar duas vezes; Algo não estava certo na assinatura energética da raptora, ela parecia apagada, sem vida, lhe lembrava a da Bruxa anterior, o que estava acontecendo? Jack decidia que a matéria era demais urgente para andar, e tocou no solo, invocando seu Familiar, o Cavalo-Fantasma Cervantes, ele subiu em seu flanco e começou a cavalgar, em segundos, Cervantes podia alcançar sua máxima velocidade, e mantê-la por dias, mas algo parecia errado com ele, estava inquieto, e parecia assustado por algum motivo, ao continuarem pelo caminho um pouco mais, começavam a ver uma névoa espessa se formando, era com certeza um efeito combinado de Magia de Água combinada talvez com Magia do Vento para espalhar-se pela área. A névoa ficava mais densa a cada trote, Jack uma hora pensou ter sentido alguém à sua frente na direita, ele invocou uma lança e impalou... O nada, ele rapidamente mudou a lança para uma Guan-Dao e a girou por cima da cabeça, ao ver que não tinha acertado nada, concluiu que não havia ninguém ali, ele então puxou as rédeas de Cervantes, pois tinha acabado de perceber seu erro...

Brinbaltz, o oficial da sala de comando do QG do conselho, ainda não conseguia encontrar a posição de Jack no mapa da ilha, mas sabiam que ele rumava para o sul dela, Sophie questionou Robin novamente se deveriam ou não ir, sua amiga realmente também queria ir, mas seria mais prudente analisar a situação, Teresa, enquanto ainda ingênua, não cairía facilmente em enganações óbvias, e ela, obviamente teria lutado para se livrar, e uma Bruxa comum não teria chance contra Teresa em um campo aberto, mas porque não haviam sinais alguns de confronto? - Então é possível que ela tenha sido coagida, ou ameaçada de alguma forma... Pensou Robin, - Ou pior, ela pode ter ido por conta própria, considerou a Harpia, causando Robin a saltar pelas implicações de tal ato, o que uma Bruxa ia ganhar com o rapto de uma Dullahan? Estaria ela agindo sozinha? A Dainslef assumiu uma posição pensativa enquanto o suor frio caía de seu rosto, ela então pareceu se convencer de algo e declarou que elas tinham de ir atrás de Jack, embora seus colegas tenham a alertado que ela não poderia sair assim, ela simplesmente pegou seu colar de número um... e o esmagou no chão com o salto, chocando à todos, Sophie não podia fazer o mesmo, já que agora que tinham uma escola para cuidar, a ajuda de ser um mebro do conselho era imperativa, mas seguiu a amiga, desta vez mais confiante. Pouco depois delas saírem, um ponto vermelho apareceu no radar da área, e estava perto da encosta.

Cervantes pulou para trás violentamente, o chão começara a se abrir, enquanto a névoa se dissipava rapidamente, para revelar que ambos estavam na beira de cair da encosta da ilha, confundidos pela nuvem alva, tiveram de lutar um pouco para não caírem devido aos frágeis pedaços de terras que despencavam, Jack não podia deixar Cervantes cair, por isso, o mandou à força de volta ao seu estado de espírito, e ele pulou, conseguindo usar o básico que sabia de Magia do Ar para desacelerar sua queda, e aterrisar na ponta de seus pés, como um gato faria, ele então se virou subitamente para o que ele havia se interessado antes, um pequeno barco partia da costa, e ele podia ver o cabelo dourado de Teresa no vento, sem gastar um segundo, ele se jogou na água, mas não se molhou, ele usou seus pés para transmitir Magia de Gelo, congelando uma porção grande da praia, ele então continuou a correr sobre o mar que ia se congelando, com um toque ele expandiu a estrutura de gelo, e mandou uma reta de gelo para a frente do barco, formando uma pequena parede de gelo, mas o barco passou por ele sem quebrá-la, o Dullahan esfregou os olhos, se questionando sobre se a névoa os havai afetado, mas sua pergunta foi respondida quando Sophie e Robin chegaram ao seu caminho de gelo, a última segurando-se na perna da primeira enquanto voavam, ambas viram a mesma coisa acontecer, e não conseguiam entender, tentaram apressar ao máximo seu passo sem escorregarem, mas o barco parecia aumentar a velocidade acima do máximo normal, e sem aviso desapareceu, ao mesmo tempo que dois monstros enormes, parecido com uma mistura entre uma orca e uma serpente pularam da água, mas Jack e Sophie os obliteraram, um com uma foice convocada por Chariot e o segundo por um Relâmpago repentino, mais dois apareceram, mas foram estraçalhados pelo braço-espada de Robin, que girara no ar, bisectando ambos, eles haviam chegado à praia de uma ilha pequena, Jack deu um salto, ficando à frente da Bruxa, e ele a ateou fogo.

Os três ouviram-na gritar de dor, e desaparecer, logo então, Jack olhou por Teresa, e a viu correndo em direção ao centro da ilha, e começou a subir uma esscada, ele e as outras foram atrás, mas se depararam com uma estrutura que parecia um palco para um grande espetáculo a ceu aberto, e finalmente se encontraram com Teresa, que detinha um olhar firme no rosto, estavam prestes a lhe perguntar o que ela estava fazendo, mas eles todos puderam ver, um palhaço estava em pé em cima de um tipo de torre que estava no meio de um palco, ele então tirou uma carta da manga e a deixou cair no chão, a área toda se incendiou, mesmo que as chamas parecessem não machucá-los, - O Espetáculo está montado! Declarou ele com uma voz etérea, a batalha entre os cinco foi duradoura e vigorosa, nenhum golpe deles parecia realmente o atingir, e mesmo que tivessem alguns dos mais poderosos monstros do mundo reunidos, estavam lidando com um Arcdemônio que poderia muito bem ser um Lorde do Submundo, dos que nunca poderiam vir ao mundo superior, e ele parecia se divertir com toda a situação, e com o passar das horas o grupo já estava se esgotando, e tinham de continuar se esquivando de cartas que pareciam sugar qualquer coisa que entrassem em contato com elas, de repente, uma delas se aproximou demais de Jack, todos tinham a convicção que ele iria ser engolido... Mas Teresa se atirou à sua frente, ela se virou com o mais belo sorriso do mundo para suas amigas e irmão e disse: - Quando vocês fizeram isso por aquela garotinha, não foi incrível? E então ela simplesmente desapareceu antes que Jack pudesse alcançá-la, o Dullahan voltou à sua forma de humano, e agarrou sua cabeça em dor, ele soltou um grito cheio de pesar e dor, e procurou por ela inutilmente se debatendo no chão, antes de desmaiar, Robin teve uma reação parecida, caindo de joelhos no chão e continuando a repetir a frase - É mentira... É mentira... É mentira, e Sophie apenas paralisou, - Teresa, onde ela estava, ela tinha que estar ali, não podia ter acontecido algo, ela então ouviu o palhaço sorrir e simplesmente desaparecer no ar.


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Capítulo 24: Passos que nos Levam ao Futuro.

Mensagem  Jack Jerripher em Sex Abr 06, 2012 4:31 pm

Estar no mesmo espaço que Jeliel era... Estranho, no mínimo, saber que perante de seus olhos estava o monstro mais poderoso do mundo assustava Luke, ou assustaria, pois com Jeliel, era como se ele exalasse uma aura de tranquilidade para todo o ambiente, isso estava em sua voz, em seus olhos, e até mesmo em suas expressões faciais, que até agora não tinham saído de um sorriso pacífico e sincero; Agora que notavam que Robin e seus mais tealentosos assistentes também estavam lá, Luke e os outros os cumprimentaram, embora não pudessem tirar a imagem feroz dela lutando contra as Garudas da cabeça; - Então, vamos indo? Perguntou Sophie, mas o Número um a respondeu, - Na verdade, creio que ainda esperamos mai um grupo... Ah! aí estão, disse ele, e então as portas se abriram, revelando Samantha, a Trindade dos J's e Carmela, - Mas o quê? Perguntou Jack, não entendendo, - Me desculpem, esses aqui quiseram vir junto, e não aceitaram não como resposta... Ah, olá Sr. Lehahaiah, disse a Ninfa, corando um pouco a perceber que ele estava lá, o homem respondeu com um aceno de mãos, e ao memso tempo, Juliet rebaixou seus ombros e andou irritada até seus colegas, ela chegou perto de Luke, e tentou dar um tapa nele, mas ele continuava esquivando-se, - Como vocês se atrevem a nos deixar no escuro?! Depois de termos lutados juntos?! Seus EGOÍSTAS! Dizia a Necromante, mas a ajuda inesperada veio, Jeliel se meteu entre os dois, e tomou uma bofetada de Juliet em cheio, a cena parecia ter ficado em câmera lenta enquanto todos abriam as bocas, chocados, Juliet havia acabado de estapear o monstro mais forte do mundo; Mas ele, pelo contrario, apenas massageou a bochecha, e disse, - Bom, agora que todos estão calmos, nos iremos, e ele continuou a andar, deixando todos sem entender nada, Juliet parecia querer enfiar a cabeça em um buraco. Jonah e James apenas pediram desculpas por Juliet, levando tudo sempre à sério.

A caminhada não demorou nada, e logo estavam perante um grande complexo da cor de mármore, era um edifício, que, embora não fosse muito alto, era muito longo, à sua frente estava uma fonte que tinha uma estátua no meio, esta estátua mostrava o que parecia ser uma grande coruja, que segurava uma espada em forma de cruz, com os dizeres, BAAL STOLAS, grafadas nela, essa era a organização dos caçadores, chefiada por Igor, que sorria orgulhoso perante o grupo, - Enfim pude conhecê-los todos, heróis lendários! Disse o Sr. Lehahaiah, sussurando para Luke e os amigos, que ficaram um pouco envergonhados ao serem chamados de heróis lendários, pois achavam que não mereciam o título, - E vocês também, Juliet Sariel, Jonah Wood, James Heartshell e Carmela Sherridan! Ele completou, fazendo os quatro sorrirem e coçarem suas cabeças embaraçados [até Carmela], - Nem se preocupem, a reunião não vai durar nem uma hora, Jack os assegurou, - Graças a Demehra! Kain proclamou, recebendo olhadas irritadas de Sophie e Kate, enquanto Robin, Igor, Jeliel e Jack soltavam risadas .

Ao entrarem no complexo, seguiram um corredor reto até a sala de conferência 1, e ao entrarem, viram que muitas pessoas ali estavam presentes, o resto do Conselho das Espadas, alguns oficiais de Baal Stolas, e para a surpresa de Luke, até os presidentes das nações mundiais, - Ei, achei que humanos não sabiam de nós! Luke sussurou para os amigos, - As coisas não são bem assim Luke, os Presidentes sabem, temos acordos com todas as nações e seus líderes humanos, Brenda explicou, - Não é como se pudessemos deixá-los no escuro, não é? Gary comentou; A chegada deles foi recebida com aplausos, e para a surpresa, nem todos eram para Jeliel, Igor ou Robin [pois afinal, ela era a antiga lider do Conselho, e era muito conhecida e respeitada], até mesmo os nove alunos foram aplaudidos, e rapidamente ganharam pequenas medalhas de mérito pelas ações do ano anterior, foram até esmagados juntos para uma foto em grupo, mas uma vez que as atividades bobas foram paradas, Jack, Sophie e Helena assumiram seus lugares ao lado dos outros membros do Conselho, enquanto Jeliel e Robin sentaram-se ao lado de Igor, ambos na ponta da mesa comprida de cor branco-puro, Samantha e os alunos sentaram após os líderes mundiais, fazendo Luke ficar extremamente constrangido, ao lado do Presidente dos Estados Unidos, que lhe oferceu a mão para apertar por debaixo da mesa.

Luke e Cia. Não estavam tão certos de que a conversa iria ser tão rápida, mas ela acabou sendo, a decisão de que precisavam lutar ficara clara, mas antes precisavam localizar o inimigo, e fariam isso com amostras que Jack e Sophie secretamente pegaram na luta anterior, ''Foi por isso que foram na verdade!'' Luke surpreendeu-se; Igor designou os esquadrões 1, 2 e 3 para o ataque, cada um contebdo cerca de cinquenta caçadores que já haviam recebido instruções contra o Palhaço, Jack, Sophie e Robin passaram estas instruções, explicando tudo o que sabiam dos poderes do Demônio que ameaçava o mundo, até os humanos ali presentes ofereceram suas tropas e poder bélico para ajuda, e não só isso, como rapidamente precisariam acobertar a operação, e evacuar e defender cidades, se caso fosse necessário, já que agora, até mesmo humanos estavam sendo raptados pela criatura, Jeliel desativou qualquer restrição de combate aos seus subordinados, e liberou o uso das tropas de Familiares especializados em combate, os Ulmans, assim como os Kalghiris de Igor,''É incrível! Todos trabalhando juntos, não temos como perder!'' Pensou Luke... Ele não podia estar mais errado...


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Capítulo 25: Quebra de Expectativa.

Mensagem  Jack Jerripher em Sab Abr 07, 2012 1:05 pm

A situação havia mudado de súbito, uma risada aguda ecoou pela sala, e algumas gaiolas de luz negra materializaram-se, caíndo em cima de Jeliel, Jack, Igor, Sophie e dos outros membros do conselho, e acertando seu tamanho para encarcerá-los, os Líderes mundiais foram todos nocauteados por uma onda de energia, restando apenas Luke e seus amigos, Samantha, Robin e seu grupo, e os caçadores, que nada puderam fazer para ahjudar os outros; Jack e Sophie disparavam seus melhores golpes contra as barras feitas de energia, mas não pareciam surtir efeito nenhum, - Esqueçam isso, a Gaiola dos Acordos não se fechará até o acordo terminar, disse Jeliel, que agora finalmente perdeu o ar divertido e calmo, o substituíndo por fria seriedade, - Quem fez o acordo? Jack indagou, irritado, - E o que foi negociado? Sophie completou, ambos eram os únicos que ainda tentavam escapar, todos os outros encarcerados pelas gaiolas não moviam um músculo, sabendo que era inútil.

Luke e Brenda se levantaram e jogaram um Disco Espectral e um Projétil da Lua Crescente em direção às gaiolas, mas nem sequer um arranhão se fez nelas, Samantha correu para o lado de Robin, tentando verificar as condições dos Presidentes, - Não adianta tentar, só alguém aqui de dentro teria tempo para armar essa técnica, Blair explicou, - Eu a vi nos registros de Shade, ela leva muito tempo para ser ativa, uma pessoa teria que ficar parada por muito tempo para fechar todos os requirimentos, - O que a gente faz? James perguntou, Blair apenas vasculhou o local com seus olhos e disse, - É impossível derrubá-las, seja por fora ou por dentro, o que devemos fazer é descobrir quem as ativou, o grupo estava prestes a fazer uma sugestão quando ouviram um grito, e ao se virarem, presenciaram uma cena que levou um certo tempo para se entender, Robin segurava Samantha, apontando seu braço em forma de espada para seu pescoço, - Pessoal, não liguem pra mim, corram! A Ninfa gritou enquanto tentava se livrar, - Senhorita... Robin?! Kate perguntou, chocada, mas um rápido movimento de Rosa a derrubou, - Eu sempre soube que tinha um capeta em você! Solte a Professora! Kain gritou, mas a Dainslef conservava um olhar ofídio e raivoso, e apenas disse, - Nem mais um passo, eu corto a graganta dela se o fizerem! Ela declarou, - Achei que fosse nossa aliada, a troco de que está fazendo isso? Juliet perguntou brava, - Isso realmente não vem ao caso, eu só tenho que falar com vocês, - Claro, muito confiável, Brenda disse, revirando os olhos.

Robin, ainda carregando Samantha, se aproximou do grupo, - Você é amiga daquele demônio? Luke indagou, mas sua resposta nunca veio, a impassível mulher-arma continuou a andar em direção à eles, seu salto alto estalando sobre o piso polido, os barulhos das gaiolas, faiscantes de energia sombriam, preenchiam a sala, as vozes de Jack e Sophie, embora estivessem gritando, não passavam pelas grossas grades, que nem os deixavam ver o que acontecia fora delas, Samantha gania, tentando soltar-se da imobilização de sua atacante, mas era impossível, ela havia praticado muito no tempo que era a número um, e além do mais, cada uma das partes de seu corpo poderia virar uma arma que facilmente lhe tiraria a vida, por uma ou duas vezes, a Ninfa tentara trazer uma de suas amigas plantas para a batalha, mas Robin a conhecia, e sabia da fraqueza de seus golpes, ela pisava forte sobre as pequenas sementes, que quase ninguém notava, sementes as quais iriam gerar plantas grandes em segundos, e que eram essenciais para a criação delas, era como se a mulher soubesse o que ela iria fazer antes mesmo de ela começar a cogitar a idéia.

- Quero que venham comigo, disse Robin, apontando a porta, nesse meio tempo, Gary tentava criar uma ilusão convincente, com suas mãos, que estavam em suas costas, porém, os gêmeos pareceram perceber o que ele tentara, e por isso, sussurraram algo no ouvido de Major BoBo, que riu alto, alertando à todos, ele então bateu palmas, e uma grande algema fofa de plástico apareceram, e rapidamente se transformaram em algemas de ferro verdadeiras, e voaram até Gary, se prendendo em seus pulsos, cancelando a ilusão que ele planejava criar, - Sem mais tentativas fúteis de me combater, quero que venham e formem um círculo em minha volta, meus empregados verão se tentarem alguma coisa, ela declarou, sem escolha, o grupo relutantemente se dirigiu à ela, mas então, por surpresa, começaram a ouvir a voz de James... Na cabeça deles, ''Usarei minha Hipnose para confundí-la, assim que ela começar com a técnica de transporte, alguém pegue Samantha e todos correm'' Os nove concordaram com o plano, e assim que Robin começou a criar um círculo verde no chão, Brenda bateu suas garras no braço de Robin, e correu com Samantha dali, Luke, Blair, Kain, Gary, Carmela e Jonah o fizeram, assim que James usou um raio em forma de ondas, acertando todos à volta, menos seus amigos, que já sabiam do ataque, e por isso se abaixaram, a Dainslef ficou um pouco tonta, mas agarrou James e Juliet, que ainda estava um pouco perto, e completou a técnica de transporte, sumindo dali com seu grupo e os dois amigos...


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Capítulo 26: Considerações.

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Abr 10, 2012 3:52 pm

A cena, embora breve, estava gravada nas memórias dos garotos, Samantha socou o chão em frustração, e após fazê-lo, as grades de energia se abriram, desaparecendo, Jack e Sophie vieram correndo ao encalço deles, - O que... o que ouve? Jack perguntara, observando os Líderes mundiais desmaiados, - Onde estão a Srta. Sariel e o Sr. Heartshell? Sophie inquiriu, - Robin e Cia. Também sumiram... Completou Jack, a menção do nome fez Luke morder os lábios, - Foi ela professor, ela os raptou! Brenda disse com raiva, - Mas o quê? Disse Igor, que acabava de chegar perto deles, - A Srta. Sierra não me parecia o tipo de pessoa para fazer uma coisa dessas... Disse Jeliel; Jack e Sophie ainda paravam boquiabertos, - Deve haver algum engano, o Diretor os disse, Sophie concordou, os perguntando se eles não teriam interpretado errado, - Eles estão certos, ela... Me manteve refém à ponto de espada... Eu não consegui impedí-la! Disse a Professora, - Mas... Isso não... A Robin é...! Sophie tentava, em vão, achar um argumento que fosse inocentar a amiga, mas o Diretor simplesmente chegou à uma conclusão, - Não é possível, que ela estivesse sendo controlada? Ele perguntou, - É o que eu penso, senhor, os olhos dela pareciam ter a expressão de estarem confusos e nublados... Carmela os disse, e era verdade, como os outros podiam lembrar, ela não parecia ela mesma.

Logo após terem uma breve discussão, Kate chamou os paramédicos, que rapidamente entraram no aposento, e verificaram que os Presidentes estavam meramente desacordados, e que provavelmente nem se lembrariam do incidente, mas era melhor ficar de olho, e por isso, foram carregados em fila para a sala de recuperação. Não era como se tivessem muita escolha, e por isso, Igor os pediu para voltarem, e agora, que tinham um traço da assinatura energética de seus inimigos, poderiam traçar as coordenadas para a locallização deles, Jack anunciou que eles voltariam para a escola, e concordou que Kate o mandaria os detalhes depois, antes que seus alunos pudessem protestar, ele ativou Hierophant e, sendo envolvidos pelo cubo verde e roxo, se viram na sala dos professores, que estavam em seus aposentos, em uma torre no nono andar, à esta hora da noite, - O que fazemos com a Juliet e o James? Jonah gritou, - Por hora, não temos escolha alguma, sugiro que peguem um descanso, Sophie então pegou algo do armário, e deu uma pílula pequena para o Grifo, - Tome, isto é um calmante, vai te ajudar a dormir, e vocês, podem tirar [mais] um dia de folga amanhã, tivemos um longo dia, - Longo dia? A Juliet e o James foram pegos!! Luke gritara, - Vocês ainda parecem estar defendendo a Robin, mesmo com a gente vendo o que aconteceu! - Pare Luke, Gary o disse, colocando a mão em seu ombro, vamos indo, discutimos isso amanhã, o Kelpie declarou, e os nove, relutantemente, foram para seus quartos.

- Droga! Disse Jack, atingindo a parede com um soco, - Como não percebemos? Ela agia estranho desde o dia que visitou! Sophie notou, enraivecida, - É possível que aquele tal demônio tenha usado algum poder hipnótico, que não pode ser percebido, Samantha conjeturou, porém, não poderiam possivelmente ter uma resposta instantânea, Sophie preparou rapidamente um café para os três, que esperariam o relatório de Kate, assistente de Igor, até que, quase amanhecendo, um envelope pardo com o selo de Baal Stolas apareceu através da janela, devia ter sido entregue por pombo-correio, Jack se apressou em pegá-lo, e começou a transcrever as coordenadas em um painel roxo, presumivelmente de Hierophant, quando ouviram o bater na porta, Samantha se levantou e abriu, se surpreendendo ao ver Luke à esta hora da manhã, - O que pretendem fazer em relação aos dois que sumiram? A que horas partimos? Ele perguntou, - Partimos? Nós não iremos ir direto ao combate, isso é muito imprudente, Sophie o respondeu, - Vocês não pensaram no que pode acontecer com eles se não formos depressa? O Fantasma os inquiriu, - Luke... Você já pensou se isso já aconteceu? Jack respondeu com pressa, - Mas o quê? Então devemos ir ainda mais depressa, como pensa em algo tão cruel? Ele perguntou, - Ora, foi você que propôs primeiro, Retorquiu o Dullahan, - Como pode ser tão frio? É sequer humano? Ele disse após observar a falta de sentimentos do Diretor, - É claro que não! Você também não é! Terminou ele então a discussão, Luke ficara com os olhos vidrados, '' Era verdade, ele também não era mais humano, a mais de um ano'' Ele então simplesmente saiu porta à fora, mas não sem antes anotar as coordenadas...

Enquanto isso, no corredor do nono andar, os amigos discutiam sobre o que deveriam fazer, - Acho que eles tem razão, não podemos correr para a luta, Carmela opinou, - Não depois de vermos Jack e Sophie derrotados... Gary concluiu, - Mas eles não lutaram com o palhaço? Estamos falando de Robin! Kain os disse, - É possível que estejam aliados, não, é bem provável na verdade, Blair disse enquanto começava a andar pelo salão, - Mas... Juliet e James... Jonah ainda não conseguia parar de pensar na prima e no inseparável amigo, - Olhe Jonah, eles podem estar sendo controlados agora, mas duvido que se entreguem sem lutar, Brenda tentou encorajá-lo, - E sabem o que é mais estranho? Eu não senti tanta força de energia nos companheiros da Robin... Gary os contou, - Então não fui a única? Blair se surpreendeu, e seus amigos pareciam estar tendo o mesmo pensamento, - Isso ou pode significar que são fracos... Começou Brenda, - Como que sabem esconder... Kain completou, - Mas não teríamos chance com Robin e aquele truque dela, Gary os disse, explicando para Carmela e Jonah como ela havia estraçalhado os pássaros quase sem nem se mexer, e ela era, de fato, a Número Um do Conselho, ainda que Blair tenha os informado de que os padrões haviam mudado drásticamente desde que ela participara, assim o grupo pensou que, todos unidos, poderiam vencê-la, a questão era que não poderiam enfrentar o Palhaço, e que não sabiam onde estavam... Isso até Luke chegar com as coordenadas, que foram localizadas em um mapa por Jonah, e logo decidiram que era isso ou nada, e então partiram.


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Capítulo 27: Mal Necessário ou Engano?

Mensagem  Jack Jerripher em Sab Abr 14, 2012 9:57 pm

Ao chegarem ao Arco do Etropsnart, Jonah escreveu as coordenadas que Luke conseguira na sala de Jack, e logo um portal se abriu no meio do arco, - Ainda não acho que seja uma boa idéia... Carmela comentou, e ela não estava sozinha na opinião, longe disso, na verdade, parecia que Luke era o único com uma forte convicção sobre isso, - Não é como se tivéssemos muitas escolhas, vamos logo! Disse ele, pouco antes de pular no portal, sendo logo seguido pelos outros, a viagem, como todos já a tinham feito por este tipo de transporte, foi rápida e sem efeitos colaterais, o grupo se encontrava em uma ravina devastada com algumas luzes em sua parte de baixo, pouca vegetação crescia ali, e o vento soprava forte, dando um grande sentido de desolação e melancolia; Levou alguns segundos de observação para que os jovens monstros percebessem que esse era o Pierrot Machité.

- Devíamos ter imaginado... Gary disse aos outros em luz da descoberta, - Se temos tempo para comentar podemos ir salvar Juliet e James, né? Luke retorquiu, Gary se surpreendeu com a aspereza do amigo, Kain se aproximou de Luke, descendo a encosta, e apoiou a mão nos ombros do Fantasma, começando a falar, - Luke, você tem que se acalmar, assim não vamos conseguir salvá-los! Disse ele com uma voz diminuta, - O que você sabe sobre salvar alguém? Sou eu quem estou tentando enquanto o resto parece nem ligar! Ele simplesmente disse isso e saiu descendo o morro com maior velocidade, deixando Kain, Blair, Brenda e Gary com caras de espanto, mas logo, dividindo um olhar, os outros desceram também atrás dele.

Ao chegarem na frente da entrada do circo, coberta de neon azul, viram que algo estava diferente, algo estava se mexendo caóticamente no ar, parecia um pequeno cristal azul, seria esse um dos ''Cristais de Almas''? O que quer que fosse parecia estar se multiplicando com rápida sucessão, já haviam completamente coberto a entrada, Brenda se aproximou dos cristais e usou suas Garras Loupe neles, seguida por Jonah, lançando suas Flechas de Penas no muro cristalino, o que fez com que uma grande marca de arranhões e outras menores das penas aparecessem neles, Luke estava prestes a iniciar uma de suas técnicas, quando, sem aviso nenhum, marcas de arranhões de cor azul claras como o cristal apareceram sobre o peito da Loba, ao mesmo tempo que marcas de impacto, pequenas mas nmerosas se formaram sobre todo o tronco do Grifo e eles foram lançados para trás com muita força, nocauteados, Luke gritou para os de trás não atacarem, embora parecesse óbvio; De repente, perante à eles já se formava um grande e imponente castelo feito de cristais azuis brilhantes, ele parecia ser uma cópia exata da Academia Grave pelo lado de fora, e igualmente estranha, foi que uma baixa música, com um tom de violinos e pianos, que parecia criar sentimentos de opressão e desespero em todos que a escutavam, Gary e Blair, enquanto viam como os feridos estavam, perceberam que os sons viam do que pareciam ser plataformas do mesmo cristal, suspensas no ar, onde pessoas-cristal tocavam-nas com seus instrumentos do mesmo material.

Luke perguntava-se agora se havia feito a coisa certa, Brenda e Jonah estavam feridos, e era culpa dele... Mas algo que ele deveria ter previsto ocorreu, em um baque surdo, os membros da equipe de Robin apareceram pelas portas de seu castelo, Luke tentara chegar a eles, dizendo que poderiam resolver tudo sem brigar, mas Pierre, o levantador de peso, com um simples movimento de seu braço, agarrou um grande Martelo e tentara atingir Luke com um letal estampo, mas seu martelo foi interrompido com o de Jonah, que embora machucado, assim como Brenda, havia se levantado, Luke começara a recuperar esperança, só que sangue começara a escorrer das feridas do grifo, e ele fraquejou por uma fração de segundos, o bastante para Pierre balançar seu martelo, o mandando para longe; Os gêmeos sincronizados se esgueiraram com seus estranhos corpos até Brenda e Blair, e, se aproveitando das feridas da Deprécia, e da intenção de protegê-la que a Sapiensória tinha, conseguiram dominá-las, apontando facas para suas gargantas, Major BoBo ria alto enquanto jogava pedrinhas explosivas, que explodiram um morrinho em cima de Gary e Carmela, os soterrando, e Rosa, com movimentos rápidos, apertou os focos nervosos de Kain, o incapacitando de se mover; Após a rápida sucessão de derrotas, Luke sabia que ele, na frente disto tudo, não sobreviveria... Porém, isso não aconteceria tão cedo, uma luz ou esfera branca de energia se dirigiu em direção à eles, retirando as rochas de cima de Gary e Carmela, e logo em seguida, passaram entre os Gêmeos, os fazendo cair para o lado, soltando as garotas, um poderoso vento recolheu Kain, Brenda e Jonah, os mais feridos, e os suspenderam no ar, Luke então sentiu grande mãos, mãos de pedra o agarrando pela cintura, - Ainda bem que chegamos à tempo, comentou o Professor Griffon, recolhendo a esfera de luz, - Vocês realmente cruzaram a linha agora crianças... Disse o Professor Vengeance, o Fantasma agora via que eles haviam chegado para resgatá-los.



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Última edição por Jack Jerripher em Qui Abr 19, 2012 4:28 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 28: O Castelo de Cristal.

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Abr 17, 2012 4:35 pm

A cavalaria havia chegado, não só Aaron e Griffon, como também Samantha, Margarete, Sophie e Jack, Cattleya já cuidava dos feridos em uma localização próxima, antes que os membros do grupo de Robin pudessem agir, Sophie, liberando o poder de Abalone, sua espada, a transformou em uma espçie de chicote e amarrou Luke nele, ela então, sem dizer uma palavra à seus colegas professores, alçou vôo com o fantasma içado junto à ela, o garoto nem ao menos se debateu, estava em choque, e por isso nem ao menos viu o tempo passar enquanto Sophie o levava para uma ravina não muito longe do local. A serena Harpia pousou, libertando o garoto das amarras, - O que lhe falamos? A gente fala fala mas você não escuta! Começamos essa conversa ano passado, mas você não entende! Luke apenas olhava a Vice-Diretora pelo canto dos olhos, ele tinha respeito por ela, ainda mais desde a conversa sobre a qual ela se referia, - Me desculpe, professora, eu... eu realmente não sei o que deu em mim... disse ele colocando a mão febrilmente sobre a testa, - Não é a mim que você deve se desculpar, e voce sabe disso... Ele concordou, percebendo agora que entrar em batalha sem conhecer o inimigo era a maior burrice de todas.

- E quanto àquela coisa, será que conseguiremos quebrá-la? Perguntou ele, tentando o máximo para esquecer do assunto, mas ela simplesmente lhe deu um tapa na testa, - EU NÃO ACABEI DE TE DIZER QUE NÃO CONHECER O INIMIGO É ERRADO?? Isso também se aplica às técnicas, você sabia? O Fantasma apenas afagou a testa, levemente amassada enquanto ria disfarçado, - Nesse caso... Atacar a estrutura seria o pior erro a se fazer... Disse ela em um tom enésimas vezes mais sereno, - Como assim? Inquiriu ele, - Sabe... aquele ''Castelo'' que se formou... era feito dos cristais das almas dos monstros capturados... Luke chocou-se com a notícia, - Então... Céus, Brenda e Jonah o atacaram! Ele já parecia estar voltando a surtar, mas sua advisora que ataques pequenos não fariam nada, mas... realmente não fariam nada... Era absolutamente inútil atacar a estrutura por fora, o plano de ação correto era entar dentro, e ela e Jack entrariam para dar cargo de Robin, enquanto Luke e amigos derrotariam o palhaço, - QUÊ? Luke surpreendeu-se, - Sabe... Descobrimos uma coisa enquanto lutávamos com ele... Aquele não é seu corpo verdadeiro, ele está sempre escondido nas proximidades, por isso, mesmo se nós o acertarmos, não surtirá efeito, para contra-atacar, temos que usar estes colares, Sophie então deixou alguns clares com plantas na mão dele, - São colares traçados com Folhas de Louro, deixam as pessoas verem o que é de verdade, e serem imunes a tais truques... Chega a ser irônico... Tentamos por tantos anos descobrir como derrotar o inimigo, e a resposta era tão simples... Mas isso agora não importa, vamos à ação! Declarou a Harpia, Luke fitou-a por um tempo, ela acabara de mostrar uma faceta que ele ainda não vira dela.

De volta ao pé do Castelo de Cristal, os professores explicavam o plano para seus alunos, Jonah e Brenda já haviam sarado completamente, - E qual vai ser a parte do Conselho sobre tudo isso? Gary perguntou à Samantha, mas ela pareceu ficar constrangida em responder, e por isso, Margaintrometida falou por ela, - Eles estão com as mãos amarradas, os humanos, ao contrário do que esperávamos, não aceitaram numa boa o lance de serem nocauteados, - Numa boa é o mínimo, eles ficaram convencidos de que nós os atraímos até lá para fazê-los de bobos! Griffon explicou, - Ué, precisamos até do consentimento deles agora? Kain indagou irritado, Brenda começou então a explicar, - Bom... Esse território ainda pertence à eles, então, tecnicamente, o que estamos fazendo aqui é... - Ilegal, - Politicamente incorreto, - Uma porta de entrada em cana, - Uma belezura de ilegalidade! Responderam Griffon, Samantha, Aaron e Jack, os seis alunos não estavam com cara de quem achou engraçado. Não precisaram esperar muito por Sophie e Luke, que já haviam voltado, Luke saiu voando até seus amigos, transformando-se de volta em meio-vôo e estava pronto para pedir desculpas, quando, assustando Carmela e Jonah, Gary, Brenda, Kain e Blair se moveram para frente, Gary segurou Luke pelos braços enquanto os três outros deram-lhe cascudo após cascudo, ele não entendeu no começo, mas logo Blair soletrou para ele, - Nós concordamos, não lembra? Sem melodrama, nas próximas vezes que brigássemos, só nos daríamos uns cascudos! Luke então sorriu, feliz por ter bons amigos, e logo amarrou todos em um abraço, dando-os os Colares-de-Louro.

Seus inimigos, enquanto isso... Já haviam se reagrupado nas portas do Castelo, era visto que eles estavam lá para barrar a entrada e nada mais, - Tomem cuidado ao entrarmos dentro dele, é como uma dimensão alternativa, construída pelas almas, e muito... Instável... Sophie os disse, - Básicamente, lá dentro é uma loucura de labirinto! Jack voltara com a tendência de não estar sério quando precisava, os professores e alunos estavam em uma comprida fileira, lado à lado no topo da colina, quando os adultos [incluíndo Margarete], sans Jack e Sophie, saíram em debandada, chegando perto da troupê de circo, que estava preparada, - Que tal termos uma luta limpa, um a um? - Será que eles tem cérebros para entnder isso? Disseram Griffon e Margarete respectivamente, eles pareciam concordar, mas não estavam ainda intentos em proferir alguma palavra, mas por fim, dividiram-se em distâncias iguais, delimitando seus oponentes, e quando haviam terminado, um som de disparo foi ouvido, e uma abóbora gigante voou pela entrada do Castelo de Cristal, entrando pela Pumpkin Cannon de Blair, como o planejado, e para a surpresa dos Professores, seus adversários não pareceram nem ao menos ligar que eles haviam entrado, qual seriam suas intenções?


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Capítulo 29: Dentro do Castelo de Cristal.

Mensagem  Jack Jerripher em Qui Abr 19, 2012 5:41 pm

Antes de terem realmente entrado no castelo, tiveram de passar quebrando várias barreiras do que parecia ser uma substância líquida, e então, perceberam que tinham parado de bater nas barreiras e começavam a apenas flutuar no meio do líquido, que agora entrava pelos buracos que constituíam as fendas dos olhos e a boca da abóbora na qual estavam sendo transportados, considerando como seguro, ou quase, Blair desfez o feitiço, fazendo a enorme abóbora desaparecer, e de repente, todos se viam envolvidos pelo líquido, que agora percebiam ter uma estranha cor rósea, assim como o cheiro de rosas, mas era apenas... Água, assim, Luke e Kain logo prenderam suas respirações, porém Jack apenas removeu as mãos de Luke de sua boca, o mostrando que eles podiam perfeitamente respirar e falar debaixo desta estranha água, - Eu disse não disse, leis da física não se aplicam aqui, Sophie disse com um breve sorriso que dizia, ''Eu avisei'', - Crianças, é de extrema importância que vocês não levem tudo o que encontrem como aqui e o julguem sem ter em conta que estamos em outra dimensão, o Diretor os falou.

Mal Jack terminara sua fala, que algo inesperado ocorreu, quatro feixes de luz branca pareciam sair do topo do castelo, até o saguão de entrada, onde eles estavam, e assim, um deles ficou à frente de Jack e Sophie, outro em frente de Luke e seu quarteto, e os outros dois se dirigiam junto à Carmela e Jonah, respectivamente, e então, esses feixes de luz viraram escadas sólidas, que subiam e espiralavam no ar, a de Carmela, porém, não ia para cima, mas seguia reta para uma porta naquele mesmo saguão, -Indo para uma abordagem direta então... Gary supôs, e Sophie concordou, todos então se deram olhadas, e reafirmaram a importância do que estavam ali para fazer, agora, o que estava em jogo não era a escola, seus amigos, e alguns monstros, muitas, mas muitas vidas estavam em jogo nesta disputa, que era tanto mental como física, o grupo não sabia quais desafios e provações teriam de enfrentar dentro do estranho Castelo de Cristal, que parecia fazer uma mimése da Academia, mas com uma realidade distorcida, logo então, eles se separaram, dando seus primeiros passos cambalenates na proverbial escuridão.

Carmela seguia seu caminho com grande cuidado, ela já havia cruzado várias portas, mas sempre chegava à uma pequena antecâmara com mais portas, haviam centenas delas, ''Esse lugar tem fim mesmo?'' Pensou a Vampira, e uma coisa ela já temia... A cada porta que ela abria, podia perceber que o tom róseo da água parecia ficar mais escuro, agora parecia puxar mais para um vermelho, e seu cheiro passava sutilmente do cheiro de rosas, para um cheiro muito familiar para Carmela... Até que, por fim, ela abriu a que parecia ser a última porta, e então, se deparou com uma visão que ela não tinha visto ainda, parecia um corredor que levava à uma sala de teatro, tinha pôsteres de várias peças famosas, todas elas de épocas diferentes, mas sendo tratadas como se tivessem prestes a estreiar, Carmela não questionou a lógica disso; O que preocupava ela agora era que a água tinha tomado exatamente o cheiro e a cor de sangue, ela havia até tomado um pouco, mas o gosto era só de água, seria isso apenas uma ilusão? Carmela não tinha certeza se era ou não um truque, pois a próxima coisa que ela viu a deixou sem reação, a porta no final do longo corridor se abriu, e dela saiu uma garota alta de lisos cabelos negros... Era Juliet, seus olhos não tinham expressões, - Juliet, você estava... A Vampira foi interrompida, sua amiga dera apenas um passo para frente com seu salto alto, e estava agora em seu lado, havia desferido um corte transversal pelo torso de Carmela.

Jonah também continuava seu caminho, mas ainda estava em sua escada, porém, não subiu muito, deu adeus à Luke e os outros, que ele via subindo a escada paralela à dele, sem ele mesmo perceber, estava de cabeça para baixo, ainda subindo a escada, que agora estava no topo, podendo ver o salão debaixo como se fosse o céu em um pôr do sol, ele sabia que não precisava nem discutir a estranheza disso, mas ele com certeza tinha um mal pressentimento sobre o que o esperava, e deu-se de cara com uma enorme escada em caracol, ela parecia ser recoberta por uma espécia de vidro, e era incrivelmente larga, seu vidro tinha uma película escura, sem ter para onde ir, o Grifo entrou nela, e ao pisar no primeiro degrau, percebeu que não havia água nela, a construção inteira o lembrava de uma moderna empresa de negócios, com o vidro escuro, Jonah nem podia ver o que estava de fora, mas, assim que chegou ao último degrau, chegando à um salão de vidro, muito mal iluminado, viu algo, era James, mas como a expressão no rosto do Íncubo nem mudara ao vê-lo, Jonah já se preparara para o pior...


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Capítulo 30: Sala de Espera do Demônio.

Mensagem  Jack Jerripher em Ter Maio 29, 2012 3:20 pm

Depois de um mês de pausa, voltaremos às atividades, com um capítulo ironicamente nomeado ainda...

O grupo composto por Luke, Brenda, Gary, Kain e Blair continuava a subir os degraus de cristal, pensando sobre o que os esperaria no final da subida, seria uma feroz luta contra o palhaço? Mas eles agora estavam preparados, os colares de louro em volta de seus pescoços, deveriam poder conseguir ver por trás da ilusão de seu oponente, em teoria pelo menos... O grupo trocou olhares determinados, e continuou fazendo força para continuar, mesmo que todas as leis da física fossem subvertidas pela escadaria; Passado algum tempo, chegaram ao topo dos degraus, mas verificaram que eles simplesmente acabavam no ar, nada parecia estar ali, mas quando o último deles, Kain, se aproximou, uma grande porta, também feita de um cristal transparente, desta vez de cor vermelha, Luke engoliu em seco, e então olhou para trás, colocando sua mão sobre a elaborada maçaneta, seus amigos todos acenaram sua decisão com a cabeça, e ele abriu a porta.

Jack e Sophie haviam também chegado ao final de sua escadaria, se deparando com uma porta de cristal verde e transparente, eles já haviam a ultrapassado, quando viram outra porta igual a ela, e Jack a abriu também, eles estavam agora em um corredor com um cuidado tapete vermelho estendido pelo chão, e a cada pouco, mais uma porta de cristal aparecia à frente deles, cada vez as portas ficavam menores, até que estavam do tamanho de uma portinhola, e ao ser ultrapassada, a porta final, de um cristal negro e totalmente ôpaco se mostrou à eles, Sophie, que já estava ficando irritada, abriu-a rapidamente, mas uma força fechou-a, Jack então estendeu seu dedo indicador, concentrando energia em sua ponta, ele verificou que um selo havia sido posto na porta, e ela somente poderia ser aberta se duas pessoas abrissem cada lado, o que queria dizer que o confronto que ocorreria lá dentro já estava pré-programado, tendo eles vindo por esta escadaria ou não, ambos então puxaram um lado da porta dupla, e entraram em um quarto que era completamente diferente do resto do castelo, os cristais que o formavam eram de uma cor tão densa que parecia pedra, e o que tinha mais esse efeito era uma grande estátua que ficava no meio da sala, era uma estátua da Virgem Maria, e nela esta apoiada uma mulher, seus longos cabelos loiros encaracolados agora em um coque, ela mantinha a expressão vaga em seu olhar, seus olhos azul-acinzentados pareciam mortos, ela então apontou para cima, e a estátua da Virgem Maria começou a girar, revelando uma pessoa, com vestes mal-trapilhas e malcuidada acorrentada à sua parte de trás. Sophie cobriu a boca em choque, enquanto Jack ficou completamente paralisado.

Carmela segurava seu torço em dor, podia ver claramente que a amiga estava sendo controlada por algo, ao focar sua energia em seus olhos, ele via fios feitos de aura saindo do corpo de Juliet, era como se ela fosse uma Marionete, a Vampira pensou rápido, e usou sua técnica Blutsauger, transformando o sangue que ela havia derramado no chão transformar-se em espetos negros, mas a Necromante rapidamente pulou por cima deles e os obliterou com uma poderosa Magia de Fogo, não perdendo tempo, Carmela controlava o fluxo de seu sangue, para estancar o sangramento, mas ela não teve tempo de fazer tudo por completo, em um piscar de olhos, Juliet já havia ''vestido'' sua mais forte técnica, Armadura da Morte, uma armadura feita de ossos, que aumentava drasticamente a força, velocidade, estamina e poder mágico de Juliet, ela vinha junto com uma grande lança de ossos, que ela já usava para tentar perfurar a Vampira, mas com seus dotes acrobáticos, ela estava conseguindo se manter longe de seu fim pontiagudo, mas o espaço apertado e alagado no qual elas batalhavam dificultava muito sua movimentação, a Shypendia queria levar essa luta para a antecâmara do começo, onde teria mais espaço, mas o que ela faria quando chegasse lá? Ela certamente precisaria derrotar a amiga, mas sem ferí-la por completo... Para o azar dela, a Marionete não tinha tais restrições morais, e havia conseguido perfurar a Vampira pela ponta de sua arma, ela então ergueu-a no ar e arremessou Carmela para o fim do corredor.

Na cúpula de cristal, Jonah e James já trocavam socos, - Acorda James! Jonah gritava, tentando apelar pelo lado do amigo que não estava sendo controlado, mas nenhuma resposta vinha à tona, o James marionete não demonstrava emoções ou expressões faciais, apenas tentando acertar o amigo, e ele havia acabado de conseguir, acertando uma sequência de socos, quebrando a guarda do Grifo, que teve de optar por transformar suas mãos para sua forma original, conseguindo segurar James no lugar com suas garras, ele então teve uma idéia, e começava a preparar uma técnica, Clamor de Asas, duas asas brancas feitas de luz começavam a envolver os dois, - Desculpe cara, mas se não cosigo te vencer, espero que você descanse um pouco, mas para a surpresa dele, o selo que sua técnica geralmente formava não começou, e ele sentiu um forte golpe nas costas, olhando por cima do ombro, percebia que James o havia atingido em um de seus pontos de pressão com uma faca, parando o curso de sua energia, ele então, não conseguindo manter sua forma humana, se reverteu em Grifo, enquanto percebia ter caído em uma elaborada armadilha.

De volta ao quarto onde Jack, Sophie e Robin estava, uma nesga de luz parecia ter entrado, brilhando sobre o corpo de uma jovem que estava acorrentada à estátua, por baixo dos longos cabelos dourados, mal-cuidados e despenteados, podia-se reconhecer um pouco da semblança de Teresa Jerripher, um estalo de dedos irrompeu pelo lugar, e o palhaço, com sua silhueta gordinha apareceu, com um dos pés na cabeça da estátua, ~ Bom Bom Bom, o que acham do cenário? Ele perguntou, mas não demorou muito após ter aparecido, ele teve de reaparecer em outro lugar, tiros de armas de fogo haviam sido disparados para sua direção anterior, e o teriam acertado se ele não tivesse se teleportado; Jack apontava uma sequência de armas de fogo como espingardas e rifles, que haviam aparecido, flutuando no ar, elas continuaram a atirar, mas a maioria delas passava o palhaço sem lhe custar sangue, o mesmo então apareceu perto do Dullahan, ~ Olha, se tem problemas comigo, é melhor esquecer, isso não é mesmo meu trabalho, mas antes dele continuar, Sophie já havia tentado arranhar-lhe com suas longas e afiadas garras de Harpia, tanto ela quanto Jack tinham uma imensurável fúria nos olhos, era quase como se uma sombra de ódio estivesse pairando sobre suas faces, e com ela, uma pesada aura de pressão havia se espalhado pelo lugar, como se a raiva fria de ambos tivesse baixado a temperatura do lugar, o palhaço concluía que não tinha mais nada a fazer ali e sumiu. Um segundo se passara, e Robin transformara seu braço direito em uma espada, que na verdade era a forma verdadeira do membro, as correntes que penduravam Teresa se partiram, e ela aterissou, sem fazer barulhos, com os pés descalços no chão, e com o mesmo tipo de técnica de seu irmão, ela convocou uma longa e fina espada, que refletia seus olhos sem expressão. Agora Jack e Sophie estavam encarando os membros de seu antigo grupo de amigos.

O quarto onde Luke e os outros tinha entrado era simples, uma sala feita de cristais vermelhos, com cinco elevações no meio, mas literalmente mais nada, - Porta... Errada? Kain perguntou, meio-comicamente, - Qual é o propósito disso? Blair inquiria, Gary parecia coçar o queixo, pensando, e Brenda tentava agora abrir a porta por onde vieram, que havia se trancado, mas mesmo com sua força, ela nem ao menos se movera, Luke se moveu em direção às elevações no meio da sala, e assim que tocou uma delas, ela se transformou em uma cadeira, de fato, todas o fizeram, e, sem aviso, seus amigos haviam aparecido sentados, cada um em uma delas não podendo se levantar, eles esperavamm que tinham caído na armadilha de seu inimigo, - Mas... porque ele teria tanto trabalho se poderia ter feito isso do começo? Brenda perguntou, e logo, um ruído ecoou, a porta se abrira, e os cinco viam agora uma pequena criatura, parecida com um pequeno diabinho vermelho entrando no aposento, ele tinha olhos completamente brancos sem íris, e dois chifres retos na cabeça, balançava uma cauda em forma de seta, ~ Aaaaaah! é tão bom voltar a ser o que sou! Ele exclamara, - Quem é você? Questionou Luke, erguendo a voz, mas a resposta o saltou inesperadamente no colo, a pequena criatura riu, e escarancou a boca, cheia de dentes, e de dentro, saiu o que parecia ser um manequim, vestido de uma fantasia de palhaço, eram as mesmas roupas que o palhaço usava, - Você... é o Demônio por trás do Palhaço! Gary concluiu, o Demônio bateu palmas, - Está aqui para sugar nossas almas?! Blair indagou, mas ele os tranquilizou, explicando que a visão do mundo sobre o demônio devorador de almas era um pouco equivocada e que ele apenas seguia as ordens de quem o havia contratado, ele então bateu palmas, e três monitores, revestidos de cristais apareceram, eles mostravam os conflitos que estavam acontecendo, tanto dentro do castelo, com Carmela, Jonah, Jack e Sophie, fora, com os Professores, e até em Baal Stolas, onde até mesmo os membros do Conselho das Espadas e Caçadores lutavam contra uma horda de demônios, ~ Agora, preciso que esperem aqui, assistindo, até que os planos de quem me contratou resultem em frutos, sabe, fingir algo por mais de um milênio pode ser estressante! O diminuto Demônio declarou.


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Capítulo 31: O Fim dos Vagabundos.

Mensagem  Jack Jerripher em Sab Jun 02, 2012 8:33 pm

O sol queimava uma ravina desértica à tarde, o vento reunia partículas de poeira em bolas, que rolavam pela paisagem, um grupo de cinco pessoas vestidas com rústicas capas de viagem com capuzes sobre suas faces, andava pela terra, pareciam já estarem acostumados com com tal vida, porém, a situação en pauta parecia ser um pouco pior do que seu usual, e um deles colapsou subitamente, virando-se de cabeça para cima, abaixo de um forte sol, seu capuz deslizou para baixo, revelando uma longa cabeleira ruiva mal-cuidada, ela pertencia a uma bonita mulher, mas era claro que sua aparência havia sido castigada pelas castigadas condições de vida. - Rosa, você está bem? Perguntpu-a uma voz grave de homem, o dono da qual agora corria para seu apoio, ajudando-a a se levantar, - Obrigada Pierre... Ela agradeceu com um tom débil, o único que ela era capaz de produzir neste momento, mas voltou a passar mal e quase desmaiou, o grupo já estava em comoção quando uma forte luz brilhou no local, nas esta não machucava, ou queimava-lhes a pele, era calma e gentil.

Fora do castelo, a luta entre os professores e os membros da troupé de Robin havia começado, após serem provocados por Margaret a lutar um a um, os pares para as lutas haviam se dividido como: Samantha contra Rosa, Margarete contra Pierre (escolha dela), Aaron contra Major BoBo, e Griffon contra os gêmeos Tom e Abby, - Ora, nós os demos a honra de lutar com vocês, mas nem nos respondem? Perguntou Aaron, parecendo não levar aquilo à sério, mas seus oponentes ainda não haviam dito mais nenhuma palavra, desde o começo do confronto, - Vai ser do jeito difícil então... Confirmou ele, olhando nos olhos do palhaço, e então, desamarrou algo que estava preso às suas costas, revelando dois leques de metal, e com agilidade, o Tengu correu em direção ao inimigo, tentando desferir-lhe cortes com seus afiados instrumentos, BoBo não tinha um bom conceito com relação a Aaron, o achando um brincalhão, mas ele ignorava uma coisa, Aaron era um mestre do combate, e ao trazer a luta para uma distância fechada, havia prendido seu inimigo, mas mesmo assim, este parecia desviar todas as suas investidas, com agilidade, mas, após pular para trás para se esquivar, percebeu que estava encurralado contra uma parede sólida de rocha, a estratégia de Aaron havia funcionado, e ele, rapidamente cruzou os leques no centro de seu corpo, e descruzou-os em seguida, em um arco abrangente, criando um forte ciclone que lançou o palhaço vários metros para o alto, com Momento Crítico, sua técnica.

Os punhos de Pierre acertaram o chão, quebrando um pouco dele, com sua massiva força, mas ele se surpreendeu, aparentemente Margarete deveria estar on de seu punho havia atingido, mas ele não teve muito tempo de se preocupar com isso, pois a Lappyt havia usado sua técnica, Buraco de Coelho, para desaparecer, e depois aparecer na cabeca do brutamintes, acertando-lhe uma sequência de chutes no rosto, enquanto ela não parecia nem ligar que estava se tada na cabeça de um homem enorme, ele então tentou pegá-la com ambas as suas mãos, mas acabou atingindo sua própria cabeça em confusão, enquanto ela aparecia à sua frente, lixando as unhas, - Sabe grandão, eu quis lutar com você por que achei que você era o mais forte, mas me enganei, você é patético! Só tem força, Ela reclamou, - Força é mesmo só o que eu tenho... mas vou usá-la para proteger a madame! Ele então, se motivando, agarrou uma árvore próxima, e a quebrou seu troco, a utilizando como um aríete, ele correu em direção à Srta. Rabbit, mas ela apenas continuava a sumir e reaparecer sem nenhum arranhão no corpo, - Seja por qual motivo seja, você não vai conseguir... Parece minha sina, só enfrento perdedores, ela então decidiu terminar o confronto ali, lançando três bolhas de energia rosa-chiclete, que acertaram Pierre no rosto, ele não entendeu de princípio, mas depois de elas terem estourado, ele sentiu uma dor comparável a milhares de socos, e foi nocauteado, deixando Lappyt a lhe dar tapinhas na cara.

Os gêmeos Reitchild, com movimentos sincronizados, tentavam confundir Griffon com sua velocidade, mas ele só precisava usar um pouco de Magia da Terra, mexendo o solo sob o chão deles, para derrubá-los, e em seguida, Magia do Vento para mandá-los para longe, mas eles eram persistentes, e continuavam vindo, ele então agitou seu cajado para cima, recitou um feitiço, e fez com que cordas aparecessem para prendê-los, mas ambos escaparam por pouco, nisso, deixando as bandagens que combriam quase todo o corpo deles cair da parte da face, revelando para Griffon, um pouco chocado,as aparências de ambos, Tom era um garotinho de pele escura, e cabelos compridos, amarrados em um rabo de cavalo, e Abby era uma garota loira de olhos brilhantemente azuis e pele alva, - Vocês não são nem irmãos? E crianças? ele perguntou, - Não importa se somos mesmo parentes ou não, é só a gente se considerar, Abby gritou, antes de correr na direção de Griffo, os punhos à mostra, com Tom logo atrás, - Desculpem-me, mas vou ter que conversar com vocês quando se acalmarem... Ele então acertou Abby no estômago com seu cajado de madeira, a derrubando em cima do irmão, e ele então os fechou em uma cela improvisada de Magia de Terra


Rosa havia acabado de tirar duas adagas de seu macacão rosa-choque, e correu em direção a Samantha, mas ela se esquivou de suas tentativas de cortá-la, e em seguida, sem perder tempo, ela forçou uma árvore a sair do solo, jogando a acrobata para trás com muita força, era claro para a Ninfa que sua adversária, ou todos pelo que ela podia ver das lutas alheias, não eram lutadores acostumados, mas mesmo tendo caído, Rosa levantou-se, e a sequência de eventos anterior voltou a ocorrer, mais umas três ou quatro vezes, pela quarta, Rosa já começava a lacrimejar e mordia seu lábio com tanta força que sangue começava a lhe escorrer, - Porquê está fazendo isso? Samantha a questionou, mas ela continuava vindo, tentando cortá-la, - Porque se esforça tanto para proteger uma pessoa ruim? Ela voltou a questionar, mas assim que ouviu a ofensa, Rosa pareceu se irritar, e, ao contrário do que ela pretendia, seus movimentos passaram a ser cada vez mais descuidados, até chegar ao ponto em que Samantha pôde, sem se esforçar, passar um laço de grama em volta das pernas e do braços da inimiga, e criar uma espécie de corrente de raízes, que terminaram por prender Rosa ao chão com sua tecnica,Prisão de Alraune , berrando, - Retire o que disse... A Srta. Robin não é ruim! Ela é boa, ela nos salvou!

Os Professores se reuniram à frente do castelo de cristal, trazendo consigo os membros da troupé, que haviam sido facilmente derrotados, - Eles eram... Samantha começou, parando no meio da frase, - Humanos, sim, Margarete terminou, - Porquê eles estão seguindo a Robin então? Aaron questionou, mas nehum deles sabia resposta, enquanto isso, Griffon tentava desativar uma barreira, que havia sido posta na porta de entrada, uma de suas tentativas resultou no bizarro efeito de chamr uma música muito alta, em coros de latim, que pareciam vir do topo da torre, mas fora isso nada. - Eu posso contar porque seguimos a madame Robin... Todos se viraram, era Rosa que falava, ela encarava o chão, do jeito que havia sido presa por Samantha, - Escutem, sim, nós somos humanos, mas possuímos qualidades que nos classificam como... excluídos, para os outros humanos, e nenhum de nós nunca teve nenhum lugar onde morar, vagávamos de lugar em lugar, as condições nas quais vivíamos só pareciam piorar... Mas aí, conhecemos Robin Sierra... As memórias de Rosa voltaram àquele dia, ela própria havia acabado de cair no chão, pelo cansaço, sede e malnutrição, mas uma luz brilhou à frente deles, e dela saiu uma bela mulher, com cabelos loiro-platinados e olhos azul-aço, ela então andou até eles, e se apresentou, ela então os disse que havia ouvido sobre eles na última cidadezinha onde eles haviam passado, e os explicou que ela procurava gente... Como eles, ela então não só os deu comida, água, e um lugar pra ficar, mas também um trabalho, e uma razão para viver, conhcendo sobre o mundo dos monstros, viram que não eram os únicos a não serem aceitos pela sociedade, - A madame pode ser chata e até mesquinha às vezes, mas ela é uma boa pessoa, ela relamente é, não sei porque ela está fazendo tudo isso, mas acredito que ela tenha suas razões... Rosa terminou, e para sua surpresa, tanto ela como seus companheiros foram soltos, Samantha andou até Rosa e a abraçou, a dizendo que tudo ia ficar bem. Ser excluída e sozinha, Samantha sabia muito bem o que era isso...


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